16 de janeiro de 2018
10 contos infantis para se aplicar em sala de aula
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10 contos infantis para se aplicar em sala de aula


A leitura de um conto já desperta o interesse da criança para outras histórias. Para as crianças do 1° ano do Ensino Fundamental I os contos de fadas são muito prazerosos de serem trabalhados, pois trazem consigo pontos a serem discutidos e refletidos pelos pequenos leitores ao unir o lúdico com a realidade de cada um.

Os Sete Corvos (Irmãos Grimm)

    Uma menina nasce depois de sete irmãos e esses, quando vão buscar água para batizá-la, são amaldiçoados pelo próprio pai e transformados em sete corvos. A menina, sentindo-se culpada, consegue desfazer a maldição. Apesar de ter um final feliz, a história percorre um caminho diferente, ao trabalhar o suspense fugindo dos clichês românticos da maioria dos outros contos (a lua e o sol comem crianças e a menina precisa cortar o própria dedo para libertar os irmãos).

João e Maria (Irmãos Grimm)

    Dois irmãos que ao serem rejeitados pela esposa de seu pai, um pobre lenhador, são deixados na floresta pelo mesmo acreditando que, assim, todos passariam menos necessidades. Os irmãos encontram uma casa feita de doces dentro da floresta e são enganados pela bruxa, que as atrai para comê-las. Por tratar de questões como os laços familiares (que no final prevalecem), ingenuidade e perdão, esse conto é ótimo para promover profundas reflexões sobre essas e outras problemáticas.

Branca de Neve (Irmãos Grimm)

    Princesa que ao perder seu pai sofre nas mãos da madrasta, a qual a inveja por sua beleza. Clássico dos contos de fadas que atrai a atenção de meninos e meninas por trazer personagens como os divertidos sete anões e o valente caçador, além da figura do príncipe, é uma importante fonte para se trabalhar temas como inveja, vaidade, amizade, entre outros.






A Guardadora de Gansos (Irmãos Grimm)

    Uma princesa vai a outro reino conhecer seu príncipe prometido junto com sua dama de companhia, um cavalo falante e um talismã. Acaba sendo vítima das armações de sua aia, sendo obrigada a trocar de papel com ela. Isso faz com que a verdadeira princesa sofra calada até que o rei perceba a farsa e desmascare a impostora. Esse conto trabalha questões como confiança, amizade, lealdade e a prevalência da verdade e do caráter sobre a mentira.

O Patinho Feio (Hans Christian Andersen)

    Ao nascerem os bebezinhos da mamãe pata, ela se dá conta que um deles é bem diferente dos demais. Com o tempo, os irmãos mais semelhantes entre si começam a se envergonhar do distinto e os outros animais a desdenhar do “patinho feio”, o qual se vê obrigado a se afastar do seu convívio e percebe que, na verdade, é um belo cisne, surpreendendo a todos e encontrando a felicidade junto de seus semelhantes. Esse conto aborda temas como bullying, preconceito, amizade e relações familiares.

A Pequena Vendedora de Fósforos (Hans Christian Andersen)

    A pequena vendedora de fósforos tira na venda dessas caixinhas o sustento para a sua família. 

Contudo, acaba sendo vítima do inverno rigoroso e da falta de compaixão das pessoas. Trata-se de uma história que não possui um final feliz, porém trabalha temas como compaixão, solidariedade, pobreza, indiferença, sonhos e perda da infância.

A Roupa Nova do Rei (Hans Christian Andersen)

    Divertida história que fala de um malandro que finge ser um alfaiate para tirar dinheiro do rei. O falsário começa a pedir materiais caros e salienta que somente os inteligentes conseguem enxergar as roupas por ele tecidas, fazendo com que o rei encomende uma imediatamente. 

Todos do reino fingiam ver as roupas do rei, porém, no dia do desfile, ninguém contava com a sinceridade de uma criança a qual anuncia, em alto e bom som, que o rei estava nu. Por trabalhar de forma jocosa temas como falsidade, trapaça, inocência e sinceridade infantis esse conto se destaca.

Pinóquio (Carlo Collodi)

    Gepeto sonhava em ser pai. Esse marceneiro constrói um boneco de madeira e dá-lhe o nome de Pinóquio. A fada azul concede vida e consciência (Grilo Falante) ao boneco, com a condição de ele exercer bravura, lealdade e generosidade, precisando sempre dos conselhos do Grilo, para se tornar um menino de verdade. 

Porém, Pinóquio desvia-se do caminho do bem caindo nas tentações que lhe surgem, quase desperdiçando a chance que a fada lhe deu, o que entristece seu pai profundamente. Além dos três temas já citados, aborda também assuntos como mentira, esperteza, amizade e respeito aos mais velhos.

A Bela e a Fera (Madame Jeanne-Marie LePrince de Beaumont)

    A filha mais nova de um mercador era bastante diferente de suas duas arrogantes irmãs. Em uma das viagens de seu pai, pediu-lhe que lhe trouxesse uma rosa como lembrança. Para se proteger de uma forte nevasca, o pai de Bela abriga-se num antigo castelo no qual é atacado por um monstro ao tentar colher a rosa de Bela. Ao longo da narrativa, a moça é posta como prisioneira no lugar do seu pai e passa a conhecer verdadeiramente a fera que lhe mantém cativa, ao mesmo tempo que consegue conquistá-la. 

Humildade, generosidade, relacionamento familiar, aparência, beleza interior são alguns dos temas aqui que podem ser trabalhados.









Os Três Porquinhos (Joseph Jacobs)

    Três porquinhos irmãos saem da casa de sua mãe para cada um construir sua própria moradia. O primeiro decide usar palha, o segundo opta pela madeira e o terceiro usa cimento e tijolos. Os dois primeiros levantam suas casas rapidamente, enquanto o terceiro demora, mas projeta sua casa de maneira mais completa.

 Quando o lobo aparece, consegue derrubar com um sopro as duas primeiras casas, forçando os dois porquinhos a se abrigarem na casa do terceiro. 

Somente lá ficam realmente seguros, percebendo que tanto trabalho valeu a pena. Assim como em outro conhecido conto – Chapeuzinho Vermelho – o lobo mau é seu destaque, mexendo com o imaginário das crianças. Esse conto é importante por ser uma das bases da Literatura Infantil, tratando temas como persistência, paciência, esforço e bondade.


Camila Lourenço Panhoca é graduada em Letras pela Unesp – Câmpus de Assis, Pedagogia pelo Centro Universitário Claretiano (CEUCLAR), especialista em Educação Infantil e Alfabetização pelo CEUCLAR e professora do Ensino Fundamental I do Colégio Antares em Americana/SP.




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SP antecipa e amplia campanha de vacinação contra Febre Amarela
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SP antecipa e amplia campanha de vacinação contra Febre Amarela

Governo do Estado de SP começa a vacinação contra Febre Amarela no dia 29 de janeiro, com dose fracionada; 54 cidades participam da campanha que acontece até 17 de fevereiro.

SP antecipa e amplia campanha de vacinação contra Febre Amarela

A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo vai antecipar e ampliar a campanha de imunização contra a febre amarela, com a meta de imunizar 8,3 milhões de pessoas ainda não vacinadas. O início será em 29 de janeiro, última segunda-feira do mês.

Haverá ‘Dias D’ nos sábados 3 e 17 de fevereiro, data prevista para encerramento da campanha. Durante o período, o Governo do Estado pretende vacinar moradores de 54 cidades que residem em áreas ainda não alcançados pelo vírus, mas que estão receptivas, pois integram os corredores ecológicos.






 A finalidade é proteger a população preventivamente. Nos ‘Dia D’, os postos de saúde dos municípios envolvidos estarão abertos em regime especial para atender a população.

O 54º município incluído foi São Caetano do Sul e outros doze municípios que teriam vacinação em bairros específicos agora serão contemplados em sua totalidade, para cidadãos que não receberam a vacina até o momento. 

Serão alcançadas as regiões da Grande São Paulo, Vale do Paraíba e Baixada Santista (confira abaixo a lista de municípios). 

Todos os recortes foram definidos por critérios epidemiológicos após análises técnicas e de campo feitas pelo CVE (Centro de Vigilância Epidemiológica/Divisão de Zoonoses) e Sucen (Superintendência de Controle de Endemias) em locais de concentração de mata.

Na capital, onde as estratégias de vacinação têm sido desenvolvidas desde o ano passado, a campanha visa imunizar 2,5 milhões de pessoas que residem em distritos previamente definidos das zonas Leste e Sul (Capão Redondo, Cidade Tiradentes, Grajaú , São Mateus, entre outros).

A campanha será realizada com dose fracionada da vacina, conforme diretriz do Ministério da Saúde. 

O frasco convencionalmente utilizado na rede pública poderá ser subdividido em até cinco partes, sendo aplicado assim 0,1 mL da vacina. 

Estudos evidenciam que a vacina fracionada tem eficácia comprovada de pelo menos oito anos. 

Estudos em andamento continuarão a avaliar a proteção posterior a esse período. As carteiras de vacinação terão um selo especial para informar que a dose aplicada foi a fracionada.

Cerca de 6,3 milhões de doses da vacina fracionada serão disponibilizadas para as pessoas ainda não imunizadas que residem nos locais definidos pela campanha. 

Quem já tomou uma dose da vacina, mesmo se fizer parte destes municípios incluídos na campanha, não precisará se vacinar novamente.  A vacina aplicada até o momento (dose padrão) tem validade para a vida toda, segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde).

“Decidimos antecipar e a ampliar a campanha de vacinação para proteger a população contra a febre amarela. Pessoas ainda não vacinadas e que residem em locais onde ainda não há circulação do vírus receberão a dose fracionada, que é segura e tem eficácia comprovada. 

Em quinze dias de campanha, queremos triplicar o número de pessoas vacinadas no Estado de São Paulo”, destaca o secretário de Estado da Saúde, David Uip.









A campanha também prevê a oferta de 2 milhões de doses padrão, que serão disponibilizadas para crianças com idade entre nove meses e dois anos incompletos, pessoas que viajarão para países com exigência da vacina, grávidas residentes em áreas de risco e portadores de doenças crônicas – como diabéticos, cardiopatas e renais crônicos, por exemplo.

Deverão consultar o médico sobre a necessidade da vacina os portadores de HIV positivo, pacientes com tratamento quimioterápico concluído, transplantados, hemofílicos ou pessoas com doenças do sangue e de doença falciforme.

Não há indicação de imunização para grávidas que morem em locais sem recomendação para vacina, mulheres amamentando crianças com até 6 meses e imunodeprimidos, como pacientes em tratamento quimioterápico, radioterápico ou com corticoides em doses elevadas (como por exemplo Lúpus e Artrite Reumatoide). 

Em caso de dúvida, é fundamental consultar o médico.

Nas demais áreas do Estado de São Paulo onde já há vacinação em razão da circulação do vírus a imunização seguirá com a vacina padrão.

Município
População-alvo
DIADEMA
365.124
MAUA
396.690
RIBEIRAO PIRES
105.651
RIO GRANDE DA SERRA
41.503
SANTO ANDRE
623.152
SAO BERNARDO DO CAMPO
707.474
SÃO CAETANO
94.435
BERTIOGA
46.251
CUBATAO
104.440
GUARUJA
275.974
ITANHAEM
85.935
MONGAGUA
45.537
PERUIBE
57.847
PRAIA GRANDE
260.175
SANTOS
333.561
SAO VICENTE
317.339
CACAPAVA
79.433
IGARATA
6.804
JACAREI
198.278
JAMBEIRO
5.366
MONTEIRO LOBATO
3.978
PARAIBUNA
16.549
SANTA BRANCA
12.466
SAO JOSE DOS CAMPOS
566.323
CARAGUATATUBA
89.603
ILHABELA
25.689
SAO SEBASTIAO
58.288
UBATUBA
74.237
APARECIDA
33.222
ARAPEI
2.448
AREIAS
3.675
BANANAL
9.715
CACHOEIRA PAULISTA
28.388
CANAS
4.507
CRUZEIRO
72.051
CUNHA
21.530
GUARATINGUETA
93.274
LAGOINHA
4.475
LAVRINHAS
6.623
LORENA
77.075
NATIVIDADE DA SERRA
6.549
PINDAMONHANGABA
138.567
PIQUETE
13.955
POTIM
20.158
QUELUZ
11.248
REDENCAO DA SERRA
3.745
ROSEIRA
9.721
SAO BENTO DO SAPUCAI
0
SAO JOSE DO BARREIRO
4.036
SAO LUIS DO PARAITINGA
10.013
SILVEIRAS
5.832
TAUBATE
253.003
TREMEMBE
42.025
CAPITAL
2.500.000
TOTAL

Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo







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