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26 de setembro de 2016
Conheça o Penemonex um Produto da Pronatu de Pariquera-Açu
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Conheça o Penemonex um Produto da Pronatu de Pariquera-Açu


Penemonex é o produto mais tradicional da Pronatu, fabricado há muitos anos com a mesma formulação exclusiva, composto de mel puro, extrato de abacaxi e grande quantidade de própolis, o que torna o Penemonex um composto diferenciado de qualquer outro produto. 

Esta diferença é facilmente visível no produto observando os pedacinhos de própolis na superfície no mel, único composto com essa característica.
A rotulagem do Penemonex precisou ter mudanças na área escrita para atender novas legislações, assim aproveitamos para deixar o rótulo mais moderno e bonito, porém o produto se mantém inalterado, exatamente com os mesmo ingredientes e a mesma maneira de fazer a mais de 35 anos.

Penemonex é elaborado com os mais rigorosos padrões de higiene e qualidade, usando as melhores matérias primas que a natureza nos oferece, sem adição de açúcar ou conservantes. É vendido em embalagem de vidro 300g com sua inconfundível tampa vermelha, consumido em muitos lares do Brasil e do mundo.

Recentemente a Pronatu lançou o Pmonex, um versão mais econômica do mesmo produto, em embalagem 150g.

Contatos

    (13) 3856-1571
     Rod. SP 226, Km 6,6, Distrito Industrial
       CEP 11930-000, Pariquera-Açu/SP
    sac@pronatu.com.br


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FORÇA TÁTICA PRENDE TRAFICANTES E APREENDE DROGAS NA VILA SANCHES EM JUQUIÁ
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FORÇA TÁTICA PRENDE TRAFICANTES E APREENDE DROGAS NA VILA SANCHES EM JUQUIÁ

Na madrugada de domingo(25), durante a Operação Saturação pelo Município de Juquiá, a equipe da Força Tática realizou a apreensão de drogas e efetuou a prisão de três traficantes na Vila Sanches.

Os traficantes foram surpreendidos com mochilas carregadas de drogas e objetos para a fabricação, tais como: rolo de filme PVC, pacotes de embalagem plástica, 10 rolos de fita adesiva, 442 tubos eppendorf vazios, 3 balanças de precisão. 

Em outra mochila havia 198 tubos eppendorf de cocaína, R$ 275,00, 2 aparelhos de telefone celular e 1 rádio transmissor. Ao todo foram apreendidas 306,69g de cocaina, 21,79g de Crack e 389,99g de maconha. 

Foi elaborado um BOPM de "Tráfico de Drogas", sendo dois recolhidos à Cadeia Pública de Registro e um adolescente apreendido à Casa de Custódia de Pariquera-Açú. 

Denuncie a ação de traficantes, o disque denúncia 181 e o 190 estão à disposição da população. Também pode acessar www.webdenuncia.org.br. Não precisa se identificar.
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Travessias de animais protegem a fauna silvestre na Régis Bittencourt
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Travessias de animais protegem a fauna silvestre na Régis Bittencourt


Concessionária monitora passagens de animais a cada três meses

Registro, 26 de setembro de 2016 – A Autopista Régis Bittencourt, empresa do Grupo Arteris, realizou a 6ª Campanha de Monitoramento de Travessias de Fauna, localizadas ao longo do trecho da Serra do Cafezal, com término no final de agosto/16. O monitoramento atende ao Programa de Proteção à Fauna - Subprograma de Monitoramento, Controle do Atropelamento da Fauna Silvestre e Travessias de Fauna, relacionado às obras de duplicação deste trecho.
O programa é uma exigência do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis – IBAMA previsto no Licenciamento Ambiental. O principal objetivo é reduzir o número de atropelamentos de animais silvestres, diminuindo também o “efeito barreira” causado pela construção da rodovia, e aumentando o fluxo gênico entre as populações existentes.
As travessias – também conhecidas como “passa-faunas”, “passadores de fauna” ou ainda “faunodutos” – são dispositivos, planejados ou adaptados, destinados para a passagem de animais por baixo da rodovia ou por cima da dela - dependendo da espécie alvo, evitando-se atropelamentos de animais silvestres. Na Serra do Cafezal, há 12 áreas consideradas como travessias de fauna, distribuídas em: pontes, viadutos, galerias pluviais ou drenagens de escoamento, por exemplo.
As passagens de fauna são importantes estruturas utilizadas para reduzir acidentes e para promover a preservação da vida silvestre, além de garantir a integridade e a segurança dos usuários da rodovia. “Se os animais estiverem utilizando as passagens de fauna como travessia, a chance de acontecer um acidente causado pelo atropelamento da fauna silvestre diminui”, explica a coordenadora de meio ambiente da concessionária, Andrea Arima. 
Campanhas
O monitoramento das travessias é realizado trimestralmente e teve início em 2015. Cada travessia é monitorada por 5 dias e 4 noites, avaliando-se a frequência de uso e as espécies de animais que utilizam essas passagens. Em algumas travessias da Serra do Cafezal, são instaladas “armadilhas fotográficas” que consistem em câmeras acionadas a partir do movimento dos animais atravessantes. Em outras, são montadas estruturas conhecidas como: “armadilhas de pegadas” ou “cama de pegadas” que, a partir do rastro do deixado pelo animal, ajuda a identificar que animais tem utilizado a estrutura. Elementos como fezes, pelos, entre outros, também ajudam na identificação de quem utiliza estas passagens.
Complementando este trabalho, a Autopista verifica periodicamente se, nos pontos com maior número de acidentes, as passagens estão cumprindo seu papel na redução dos atropelamentos. A partir desta verificação, é feita uma análise dos locais de maior incidência de animais que, caso necessário, recebem redutores de velocidade e sinalização especial aos usuários, garantindo uma viagem mais segura.
Quando forem finalizadas as obras de duplicação, as travessias receberão cercas direcionadoras de fauna que servirão para guiar os animais para as áreas onde estão localizadas as passagem, potencializando o papel delas como redutoras de acidentes.
Estatísticas de atropelamentos
No Brasil, os atropelamentos de animais são hoje a segunda causa de perda de biodiversidade, ficando atrás apenas da redução de ambientes naturais. De acordo com dados divulgados pelo Centro Brasileiro de Estudos em Ecologia de Estradas, da Universidade Federal de Lavras – MG, mais de 15 animais morrem nas estradas brasileiras a cada segundo.
A grande maioria dos animais mortos por atropelamento são pequenos vertebrados, como sapos, pequenas aves, cobras, entre outros. Diariamente, morrem cerca de 1,3 milhões de animais e ao final de um ano, 475 milhões de animais selvagens são atropelados no Brasil.
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Uma pitada de flexibilidade
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Uma pitada de flexibilidade


Diz o ditado que o diabo mora nos detalhes. No dia a dia dos donos de pequenos negócios não é diferente: escorregar nos detalhes pode ser muito prejudicial para a sua empresa. 

Dias atrás ouvi duas histórias que ilustram bem como o cuidado com coisas aparentemente insignificantes pode influenciar um negócio – para o bem e para o mal.

Um consultor aqui do Sebrae-SP descobriu um novo restaurante por quilo, bom e barato, bem próximo ao nosso prédio. Foi algumas vezes e se entusiasmou tanto com a novidade que chamou os colegas de setor para irem também conhecer. No local, depois de passar o prato pela balança, percebeu que havia se esquecido de colocar azeite na salada. Perguntou ao funcionário onde estavam os temperos e a resposta foi seca: “Se for colocar azeite vai ter de pesar o prato de novo”. Ao argumentar que o peso de algumas gotas de azeite não faria diferença alguma no valor, ouviu do funcionário que ele só estava “cumprindo ordens”. Desnecessário dizer o quanto aquela situação foi constrangedora e desestimulou futuras visitas.

Por outro lado, fazer o cliente voltar não exige muito mais que um bom atendimento. Dias atrás, em um domingo de sol, um amigo foi com os filhos a um parque aqui em São Paulo. Após o passeio, pararam em uma barraca de água de coco para matar a sede, mas antes de fazer o pedido o pai percebeu que não tinha dinheiro nenhum na carteira, apenas cartões – uma situação muito comum nos dias de hoje. O vendedor nem o deixou cancelar o pedido, deu a garrafinha de água de coco gelada na mão dele e disse: “Na próxima você paga”. Depois desse dia, a parada na barraca se tornou obrigatória para a família.

Acho possível tirarmos muitas lições dessas duas histórias. A primeira delas é: vale a pena ser intransigente no balcão do meu negócio? Eu acredito que não. No caso do restaurante, a falta de preparo do funcionário espantou não só um cliente que estava se tornando fiel mas também os seus colegas. É compreensível pedir para não colocar mais comida após a pesagem, mas eu recomendaria deixar o cliente colocar azeite e temperos em caso de eventual esquecimento. Fiz as contas: uma colher de azeite dá cerca de dez gramas. Em um prato de 400 gramas, isso equivale a 2,5% do peso total. É um desconto abaixo do padrão de “clientes-fidelidade”. Você, como empresário, se negaria a dar um desconto de 2,5%?

Já o cálculo do vendedor de água de coco foi um pouco mais arriscado, afinal ele poderia tomar um calote de R$ 6 (o preço da garrafinha), mas, com a sensibilidade de quem tem a vocação para empreender, julgou que aquele homem com os dois filhos poderia ser um cliente em potencial – além, é claro, de ter “empatia” com aquele pai, a capacidade de se colocar no lugar do outro. O resultado é que ele ganhou um freguês fiel aos domingos. São exemplos corriqueiros, mas que mostram como ser flexível às demandas dos clientes e orientar os funcionários a abrir pequenas exceções na rigidez das regras podem ser um diferencial nesse momento de alta concorrência. Se quiser saber mais sobre o assunto, procure-nos no Sebrae-SP!

Bruno Caetano é diretor superintendente do Sebrae-SP
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24 de setembro de 2016
A legalização de documentos públicos estrangeiros
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A legalização de documentos públicos estrangeiros


A partir de 14 de agosto de 2016 entrou em vigor no Brasil a Convenção da Haia sobre a legalização de documentos públicos estrangeiros, conhecida, também, como Convenção da Apostila da Haia. 

O texto dessa Convenção tinha sido aprovado pelo Decreto Legislativo n°148 de 12 de junho de 2015, que estabelece que “no âmbito da presente Convenção, são considerados documentos públicos:

  • a) Os documentos provenientes de uma autoridade ou de um agente público vinculados a qualquer jurisdição do Estado, inclusive os documentos provenientes do Ministério Público, de escrivão judiciário ou de oficial de justiça;
  • b) Os documentos administrativos;
  • c) Os atos notariais;
  • d) As declarações oficiais apostas em documentos de natureza privada, tais como certidões que comprovem o registro de um documento ou a sua existência em determinada data, e reconhecimentos de assinatura” (Artigo 1º).

Antes da entrada em vigor da Convenção todos esses documentos deviam ser legalizados pelos Consulados brasileiros nos exterior e pelos Consulados estrangeiros no País. Por legalização entende-se “apenas a formalidade pela qual os agentes diplomáticos ou consulares do país no qual o documento deve produzir efeitos atestam a autenticidade da assinatura, a função ou o cargo exercidos pelo signatário do documento e, quando cabível, a autenticidade do selo ou carimbo aposto no documento” (Artigo 2º).  De fato, para quem já teve que legalizar documentos públicos brasileiros em um Consulado estrangeiro no País ou para quem já teve que enfrentar a legalização de documentos estrangeiros em Consulados brasileiros, essa é, de fato, uma excelente notícia: a “formalidade” realizada pelos agentes consulares e diplomáticos, na maioria dos casos,  não era gratuita e obrigava, geralmente, a ir pessoalmente até as representações diplomáticas e a tempos de esperas, às vezes, relativamente, longos. Portanto, com essa convenção será um pouco fácil ir para o exterior e vir para o Brasil: para estudar, trabalhar, abrir empresas, ou apenas para lazer.

Como funciona do ponto de vista prático a Convenção de Apostila no Brasil: os cartórios habilitados certificaram por meio da referida apostila “a autenticidade da assinatura, a função ou o cargo exercido pelo signatário do documento e, quando cabível, a autenticidade do selo ou carimbo nele aposto” (Artigo 5º, Decreto Legislativo n°148 de 2015). A “apostila” (do francês “apostille”) consiste em um documento preenchido pelos cartórios habilitados.

Para todos os brasileiros e todos os estrangeiros residentes no País haverá, ainda, infelizmente, algumas dificuldades para a aplicação da Convenção da Apostila, tendo em vista o fato de que apenas os Cartórios das Capitais estão habilitados. Quem quiser saber mais sobre essa convenção, vendo a lista completa dos países signatários, todos os atos normativos que regulamentam sua aplicação, a lista dos cartórios autorizados, e os modelos de apostilas que serão utilizados, poderá acessar o site:

De fato, consideramos a “definitiva” ratificação da Convenção da Haia, não apenas, como "um pequeno passo”, mas como “um grande salto” na história das relações diplomáticas do Brasil e esperamos que isso possa, realmente, impulsionar a ida e a vinda de brasileiros e estrangeiros.

Maurizio Babini é professor da Unesp de São José do Rio Preto.
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Poeta Amaro - Poesia "Deus"
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Poeta Amaro - Poesia "Deus"


DEUS
Amaro Poeta

Deus fez o mundo do nada
E em seis dias terminou,
Dois terços de água em cima
O mar na terra plantou,
E o céu bordado de estrelas
Suspenso no ar deixou.

O arco íris pintou
No céu como um diadema,
O sol nascer cor de ouro
E morrer da cor de gema,
E no crepúsculo da tarde
Deixou escrito um poema.

Com sua força suprema
Deu velocidade ao vento,
Deu as aves asas soltas
Pra bailar no firmamento,
Porque o mestre é o único
De perfeição cem por cento.

Sem o seu consentimento
Nada se move na terra,
O seu projeto não falha
Sua previsão não erra,
A máquina não enferruja
E nem o seu eixo emperra.

Seja no ar ou na terra
Deus é puro e escorreito,
Deu a lua quatro faces
E nenhuma dá defeito
Toda semana ela muda
Mas não muda o seu efeito.

O universo perfeito
Pintou de todas as cores,
Fez do chão um lençol verde
E ornamentou de flores,
Com animais e florestas
E deu para os seus pastores,

Trata bem dos pecadores
Que pra Deus isso é comum,
E ainda deu um anjo
Da guarda pra cada um,
Cuida de todos os filhos
Sem se esquecer de nenhum.

Deus é três pessoas num
Pai, Filho e Espírito Santo,
Ninguém foge do seu olho
Nem escapa do seu manto,
Se transporta sem andar
E voa sem sair do canto.

A chuva que cai do manto
Pingo a pingo é peneirada,
O rio de água doce
E o mar de água salgada,
Que a natureza obedece
A quem fez tudo do nada.

Visita toda morada
No dia a dia sagrado,
Ninguém pensa qualquer coisa
Que ele não tenha pensado,
Que Deus ama o pecador
Mas aborrece o pecado.

Do poder ilimitado
O mestre é onipotente,
Do saber absoluto
Deus é o onisciente,
E por estar em toda parte
Ele é onipresente.

Deus com sua mão potente
É comandante da nave,
A bordo do globo faz
Girar o cosmo suave,
Dos desígnios e mistérios
Só ele possui a chave.
Quem do olho tira a trava
Enxerga os defeitos seus,
Que o mestre é dono de tudo
Até da fé dos ateus,
Que até quem não tem fé sabe

Que o dono do mundo é Deus.
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Afogamentos matam 2 por dia em SP
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Afogamentos matam 2 por dia em SP


Metade dos óbitos são casos de adultos entre 20 e 49 anos

Em levantamento realizado pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo destaca-se que, a cada dia, 2 pessoas morrem, em média, vítimas de afogamento no Estado. E 50,2% desses óbitos são de adultos entre 20 e 49 anos.

Os dados, referentes a 2015, servem como um alerta para os cuidados que banhistas devem ter no mar, piscinas, rios, lagos e cachoeiras, especialmente no verão, quando o fluxo de pessoas nessas áreas é maior.

Das 17 áreas dos Departamentos Regionais de Saúde, seis apresentaram menos mortes em 2015 em relação à 2014, após atendimento médico na rede pública de saúde. Entre elas estão: Grande São Paulo, Araçatuba, Campinas, Marília, Sorocaba e Taubaté. Enquanto isso, outras dez registraram aumento nos óbitos: Baixada Santista, Barretos, Bauru, Franca, Piracicaba, Presidente Prudente, Registro, Ribeirão Preto, São João da Boa Vista, São José do Rio Preto e Sorocaba.

Segundo o diretor operacional do Grau (Grupo de Resgate e Atendimento a Urgências) da Secretaria, Jorge Michel Ribera, alguns fatores influenciam o aumento dos riscos de afogamento durante o verão, como as típicas temperaturas altas da estação, a larga disposição de água doce na capital e no interior, além da vasta extensão de praias no litoral.

“Contabilizando os casos que atendemos, podemos citar a embriaguez dos adultos como o principal agravante dos afogamentos. E, logo em seguida, o desrespeito aos alertas de perigo, o uso de flutuadores – como colchões infláveis – e as brincadeiras de mau gosto dentro d’água”, evidencia o médico.

Em 2015, 752 pessoas morreram por afogamento no estado de São Paulo, enquanto apenas 73 foram internadas. Dados como estes, mostram que há um alto índice de vítimas fatais nesse tipo de acidente.

No ano anterior, em 2014, foram 788 óbitos e 104 internações em decorrência de afogamentos.

Em dados preliminares, até agosto de 2016, há registros de que 76 pessoas foram internadas no Estado, enquanto 420 foram a óbito neste mesmo período. Como o verão está próximo, vale ressaltar a importância da conscientização dos riscos e dos cuidados a serem tomados (veja dicas abaixo).

Socorro

Tão importante quanto saber evitar o afogamento, é saber como prestar socorro. O ideal é que pessoas sem treinamento apropriado não tentem fazer salvamentos sozinhas com o próprio corpo, colocando a própria vida em risco.  O mais adequado é fornecer para a vítima objetos que flutuem ou que sirvam como uma corda. Até mesmo uma garrafa pet pode ajudar a evitar um afogamento. É fundamental buscar socorro de salva-vidas ou bombeiros. A remoção da vítima deve ser feito pelos membros (pernas e braços) e jamais pode haver a compressão do abdômen. Fora d’água, a vítima deve ser colocada de lado, ter sua roupa molhada removida e ser aquecida até que haja atendimento profissional.

12 dicas para evitar afogamentos:

1.     Designe uma pessoa específica para tomar conta de crianças. Essa pessoa deve, por exemplo, reduzir o consumo bebida alcoólica e se concentrar exclusivamente nas crianças;
2.     Não confie na falsa impressão de segurança que comumente os pais têm com o uso de boias e com a presença de outros banhistas conhecidos em torno da piscina;
3.     No clube, lembre-se de que o salva-vidas tem um grande universo de pessoas para observar e de que a visão dele pode ser prejudicada pelo ângulo ou pela movimentação das pessoas;
4.     Em locais de correnteza, jamais desobedeça a sinalização do Corpo de Bombeiros;
5.     No mar, em rios e outros locais com correnteza, o ideal é que o nível da água não ultrapasse a cintura do banhista para que ele não seja surpreendido por depressões no solo ou ondas e correntes inesperadas;
6.     Se for para o fundo usando uma boia, jamais a abandone, mesmo que perca o controle da situação;
7.     Caso se sinta em perigo, evite gritar e não nade contra a correnteza para poupar o fôlego e evitar a fadiga. Sinalize pedido de ajuda com os braços e procure boiar.
8.     No caso de perder o controle do corpo em rio, nade no mesmo sentido da correnteza e procure avançar lentamente pelas laterais até alcançar as margens.
9.     Não mergulhe de cabeça em depósitos naturais de água, pois o fundo está em constantes transformações. O choque com o fundo pode causar de desmaios a sérios danos à coluna vertebral, expondo à vítima ao agravante de afogamentos.
10.                       Não entre na água caso esteja alcoolizado. A bebida alcoólica faz com que o banhista perca seu senso crítico relação ao mergulho.
11.                       Procure evitar mergulhos solitários. Sempre tenha uma companhia, que possa ajudá-lo no caso de imprevistos.
12.                       Evite ou redobre a atenção com mergulhos noturnos, há risco de acidentes com redes de pescadores (no caso de mares e rios) e a visibilidade do ambiente fica bastante limitada.

Internações e óbitos em 2015 por DRS
DRS
Internações
Óbitos
Grande São Paulo
28
271
Araçatuba
-
15
Araraquara
1
17
Baixada Santista
3
55
Barretos
2
8
Bauru
4
33
Campinas
2
66
Franca
2
18
Marília
3
17
Piracicaba
4
30
Presidente Prudente
-
21
Registro
2
12
Ribeirão Preto
6
31
São João da Boa Vista
1
12
São José do Rio Preto
7
30
Sorocaba
5
51
Taubaté
3
41


Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo
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Artigo - Recuperação Judicial e desemprego
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Artigo - Recuperação Judicial e desemprego


Notícias à respeito da quebra de grandes empresas atuantes no país têm sido comuns desde meados de 2015, e mais numerosas nesse ano. Sem uma previsão de pagamento, os bancos brasileiros não têm tido outra saída senão as renegociações de dívidas com prazos maiores e novas condições de pagamento. Os pagamentos, porém, ganham prazos distantes e que muitas vezes poderão acabar em calote. As dificuldades de carteira que os bancos vêm sofrendo devido à alta inadimplência das grandes empresas, tem uma clara relação com o custo do crédito e com o volume de dinheiro em circulação na economia.

A inadimplência de pessoas jurídicas atingiu 3,19% dos empréstimos totais em março desse ano, valor expressivamente acima da média dos últimos anos. Os juros cobrados dessas companhias também aumentou, indo de 16,5%a.a para 21,7%a.a no período de dezembro de 2014 até junho de 2016. A dificuldade de pagar as dívidas inclui também o pagamento de impostos, gerando uma pressão sobre a questão fiscal atual. De acordo com o Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC), os pedidos de recuperação judicial no Brasil aumentaram 113,5% no primeiro semestre de 2016, em relação ao mesmo período do ano passado.

A questão acerca do baixo desempenho dessas empresas está no grande impacto disso no crescimento do PIB. De acordo com Luiz Rabi, economista da empresa Serasa Experian, essas empresas tem grande peso na geração de empregos e quantidade de investimentos realizados. A quebra dessas, além de um efeito negativo sobre a renda das famílias, gera também um efeito negativo na cadeia produtiva: os fornecedores de médio e pequeno porte acabam tendo sua demanda afetada e consequentemente isso também recai sobre a quantidade de mão de obra empregada.

Um claro exemplo disso foram os problemas enfrentados pela Odebrecht. De acordo com reportagem publicada no Valor Econômico, a empresa reduziu drasticamente seus investimentos no Brasil. Entre 2011 e 2015, o grupo havia investido R$55 bilhões, sendo 59% desse total investido dentro do país. A partir disso, a empresa não realizou mais investimentos, e ainda sofreu um corte de cerca de 30% em seu quadro de funcionários.

A indústria mundial esta passando por um momento de alta incorporação de inovações e tecnologias que necessitam de investimento. A situação atual de baixo investimento e grandes dificuldades econômicas pode gerar uma defasagem ainda maior da indústria brasileira em relação à indústria externa. Além disso, o problema de perda de produtividade se agrava ainda mais, uma vez que os profissionais que acabam excluídos do mercado de trabalho terão um novo período de adaptação ao entrarem em novos cargos, gerando uma perda do potencial produtivo.

Na visão de alguns especialistas, as empresas que passam por tais processos tem uma grande chance de tornarem-se mais eficientes durante a sua recuperação, aprendendo a lidar melhor com recursos. A luz no fim do túnel para tais empresas virá com uma fase inicial de corte de gastos públicos para que posteriormente as novas demandas sejam atendidas, gerando um novo ciclo de investimentos e a possibilidade mais concreta de recuperação de sua atividade.

Délis Magalhães é Pesquisadora do Núcleo de Economia Sincomércio em parceria com Núcleo de Conjuntura, Finanças e Empreendedorismo/Unesp‐Araraquara.
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23 de setembro de 2016
Campanha encerrou, mas vacina antirrábica ainda pode ser retirada na Vigilância Epidemiológica
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Campanha encerrou, mas vacina antirrábica ainda pode ser retirada na Vigilância Epidemiológica

Quem perdeu o prazo da campanha pode retirar a vacina contra raiva de cães e gatos até o dia 30 de setembro

A Campanha de Vacinação Antirrábica encerrou no dia 17 de setembro, porém a Vigilância Epidemiológica de Registro ainda tem doses disponíveis. Quem não conseguiu levar seus cães e gato para vacinar, pode retirar as doses até o dia 30 de setembro (sexta), na própria Vigilância (Rua João Batista Poci, 45 – Centro), no horário das 8h às 12h e das 13h30 às 17h30.

No entanto, para retirar a vacina, é fundamental que a pessoa leve um pote grande com gelo (como pote de sorvete) para acondicionar a seringa e aplique a vacina em no máximo 30 minutos após a retirada. O gelo deve estar dentro de um saco plástico.

Para receber a vacina antirrábica os cães e gatos devem ter mais de 3 meses de idade. No caso de fêmeas prenhas no final da gestação e animais muito debilitados, é aconselhável buscar orientação do veterinário.
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