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27 de julho de 2016
Instituto Butantan inicia testes da vacina contra a dengue em Porto Alegre
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Instituto Butantan inicia testes da vacina contra a dengue em Porto Alegre


Estudo, que será feito em parceria com o Hospital São Lucas da PUCRS, envolverá mais de mil pessoas da capital do Rio Grande do Sul. O Estado será o único da região Sul a receber os testes

O governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, participa nesta quarta-feira, 27 de julho, da cerimônia de início dos testes em humanos em Porto Alegre (RS) da primeira vacina brasileira contra a dengue, desenvolvida pelo Instituto Butantan, órgão da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo e um dos maiores centros de pesquisa biomédica do mundo.

Instituto Butantan inicia testes da vacina contra a dengue em Porto Alegre


Cerca de mil porto alegrenses de 18 a 59 anos devem participar do estudo, que integra a terceira e última etapa de testes antes de a vacina ser submetida à aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para que possa ser produzida em larga escala pelo Butantan e disponibilizada para campanhas de imunização em massa na rede pública de saúde em todo o Brasil.

Em Porto Alegre, os ensaios clínicos serão conduzidos pela pesquisadora Cristina Beatriz Bonorino e pelo responsável clínico Fabiano Ramos do Hospital São Lucas da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS). A vacinação e o acompanhamento dos voluntários acontecerão no próprio hospital, com o apoio da Secretaria Municipal de Saúde de Porto Alegre.

O estudo na capital gaúcha conta com um diferencial. O centro de pesquisa realizará as testagens apenas em adultos de 18 a 59 anos, pois realizará um subestudo de consistência da resposta imune entre os diferentes lotes da vacina. Este será o único entre os 14 centros a realizar este procedimento.

“Porto Alegre participará de uma pesquisa sobre a resposta imune que a vacina gera no organismo, avaliando quais mecanismos imunológicos são acionados para gerar memória. É um reconhecimento da comunidade científica pela qualidade do trabalho desenvolvido na PUCRS em imunologia, bem como pela excelência das instalações e experiência do centro de pesquisas para a condução de estudos clínicos”, destaca a pesquisadora Cristina Bonorino.

O Rio Grande do Sul será o único Estado da região Sul a receber os testes clínicos da vacina. As testagens já estão em andamento em Manaus (AM), Boa Vista (RR) e Porto Velho (RO) na região Norte, em mais dois centros no Estado de São Paulo (Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP e Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto) e em um centro de pesquisas de Fortaleza (CE). Com isso, os ensaios clínicos estarão em andamento em sete dos 14 centros de pesquisa credenciados pelo Butantan para a realização dos estudos (confira relação completa abaixo).

Ao todo, os testes envolverão 17 mil voluntários em 13 cidades nas cinco regiões do Brasil. São convidadas a participar do estudo pessoas saudáveis, que já tiveram ou não dengue em algum momento da vida e que se enquadrem em três faixas etárias: 2 a 6 anos, 7 a 17 anos e 18 a 59 anos.  Os participantes do estudo são acompanhados pela equipe médica por um período de cinco anos para verificar a duração da proteção oferecida pela vacina.

A vacina do Butantan, desenvolvida em parceria com os Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos (NIH, na sigla em inglês), é produzida com vírus vivos, mas geneticamente atenuados, isto é, enfraquecidos.

 “Com os vírus vivos, a resposta imunológica tende a ser mais forte, mas, como estão enfraquecidos, eles não têm potencial para provocar a doença. A vacina deve proteger contra os quatro sorotipos da dengue com uma única dose”, explica o diretor do Instituto Butantan, Jorge Kalil.

Nesta última etapa da pesquisa, os estudos visam comprovar a eficácia da vacina. Do total de voluntários, 2/3 receberão a vacina e 1/3 receberá placebo, uma substância com as mesmas características da vacina, mas sem os vírus, ou seja, sem efeito. Nem a equipe médica nem o participante saberão quais voluntários receberam a vacina e quais receberam o placebo. O objetivo é descobrir, mais à frente, a partir de exames coletados dos voluntários, se quem tomou a vacina ficou protegido e quem tomou o placebo contraiu a doença.

Os dados disponíveis até agora das duas primeiras fases indicam que a vacina é segura, que induz o organismo a produzir anticorpos de maneira equilibrada contra os quatro vírus da dengue e que é potencialmente eficaz.

“A dengue é uma doença endêmica no Brasil e em mais de 100 países. A vacina brasileira produzida pelo Butantan, um centro estadual de excelência reconhecido internacionalmente, será certamente uma importante arma de prevenção, protegendo nossa população contra a doença e suas complicações”, afirma o secretário de Estado da Saúde de São Paulo, David Uip.

Histórico

Em 2008, o Instituto Butantan firmou parceria de colaboração com o NIH, passando a desenvolver, no Brasil, uma vacina similar a uma das estudadas pelo instituto americano, composta pelos quatro tipos de vírus da dengue.

Um dos grandes avanços do Butantan no desenvolvimento da vacina foi a formulação liofilizada (em pó), que garante a estabilidade necessária para manter os vírus vivos em temperaturas não tão frias, permitindo seu armazenamento em sistemas de refrigeração comum, como geladeiras, além de aumentar o período de validade da vacina (um ano).

Nas etapas anteriores, a vacina foi testada em 900 pessoas: 600 na primeira fase de testes clínicos, realizada nos Estados Unidos pelo NIH, e 300 na segunda etapa, realizada na cidade de São Paulo em parceria com a Faculdade de Medicina da USP (através do Hospital das Clínicas e do Instituto da Criança) e com o Instituto Adolfo Lutz.

O Instituto Butantan tem um fábrica de pequena escala para a vacina da dengue pronta e equipada para produzir 500 mil doses por ano, capacidade que pode ser aumentada para até 12 milhões de doses/ ano com algumas adaptações industriais. O Butantan também tem em projeto a construção de uma planta de larga escala que poderá fabricar 60 milhões de doses/ ano.

Ter a vacina desenvolvida e produzida por um produtor público nacional é uma vantagem competitiva para o Brasil, pois garante a disponibilidade do produto, permitindo a autossuficiência produtiva, além de garantir preços mais acessíveis.

Confira abaixo as cidades contempladas pelo estudo e os centros de pesquisa que convidarão e acompanharão os voluntários da vacina da dengue do Butantan:

REGIÃO NORTE
CIDADE
CENTRO DE PESQUISA
Manaus (AM)
Fundação de Medicina Tropical Doutor Heitor Vieira Dourado
Porto Velho (RO)
Centro de Pesquisas em Medicina Tropical de Rondônia
Boa Vista (RR)
Universidade Federal de Roraima

REGIÃO NORDESTE
CIDADE
CENTRO DE PESQUISA
Aracaju (SE)
Universidade Federal de Sergipe
Recife (PE)
Centro de Pesquisas Aggeu Magalhães – Fiocruz Pernambuco
Fortaleza (CE)
Universidade Federal do Ceará

REGIÃO CENTRO-OESTE
CIDADE
CENTRO DE PESQUISA
Brasília (DF)
Universidade de Brasília
Cuiabá (MT)
Universidade Federal do Mato Grosso
Campo Grande (MS)
Universidade Federal do Mato Grosso do Sul

REGIÃO SUDESTE
CIDADE
CENTRO DE PESQUISA
São Paulo (SP)
Faculdade de Medicina da USP
Santa Casa de Misericórdia
São José do Rio Preto (SP)
Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto 
Belo Horizonte (MG)
Universidade Federal de Minas Gerais

REGIÃO SUL
CIDADE
CENTRO DE PESQUISA
Porto Alegre (RS)
Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul

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Solução caseira
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Bruno Caetano é diretor superintendente do Sebrae-SP


Uma das principais preocupações de quem começa a trabalhar por conta própria é procurar um lugar para se instalar, especialmente se o negócio exige um computador, mostruário ou instrumentos para executar o trabalho. O problema é que uma pequena sala em um prédio de escritórios ou mesmo um espaço de trabalho compartilhado, como é cada vez mais comum nas grandes cidades, pode representar um custo importante para quem já está com o orçamento apertado.

Essa é uma das razões que estão contribuindo para o aumento do número de brasileiros que resolveram trabalhar de casa. De acordo com um pesquisa recente do Sebrae sobre o perfil dos Microempreendedores Individuais (MEIs), o percentual de profissionais que atuavam a partir da própria residência aumentou 23% em apenas três anos. É importante lembrar que nesse período o número de MEIs também deu um salto, o que significa um volume ainda maior de profissionais no home office.

Em tempos de corte de custos e aumento do desemprego, começar um pequeno negócio dentro de casa pode parecer uma boa ideia – e de fato é, se forem observados alguns critérios. O principal deles é que, apesar de o profissional estar em casa, rodeado pela família e pelos objetos domésticos, o horário de trabalho continua sendo o horário de trabalho. Também é preciso se vestir para trabalhar (nada de ficar de pijama!) e deixar claro para os filhos e o cônjuge que, dentro de um período determinado, você não estará disponível para brincar ou resolver tarefas de casa. O ideal é ter um cômodo dedicado apenas à empresa e, algo fundamental, jamais misturar as contas de casa com o caixa do negócio.

Se você pretende começar um negócio em casa, é muito importante levar em consideração se seu ramo de atividade favorece o home office. Trabalhar com e-commerce ou como representante comercial não exige mais que uma mesa, um telefone e um computador. Um negócio na área de alimentação vai demandar espaço para a manipulação e armazenamento, mas é viável. Já produção que envolva maquinário mais pesado ou que produza cheiros desagradáveis pode prejudicar seus vizinhos.

Quem mora em apartamento tem de seguir as regras do condomínio – muitos não permitem atividade comercial, outros oferecem até espaço para reuniões e wi-fi nas áreas comuns. O home office é uma solução muito bem-vinda, basta ser disciplinado e saber se adaptar. E, em caso de dúvidas, procure o Sebrae-SP!

Bruno Caetano é diretor superintendente do Sebrae-SP
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FORÇA TÁTICA PRENDE TRAFICANTE EM JACUPIRANGA
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FORÇA TÁTICA PRENDE TRAFICANTE EM JACUPIRANGA

O infrator foi flagrado embalando maconha num conhecido ponto de tráfico de drogas. Mais de 100 porções da droga foi apreendida.

Na noite desta terça-feira (26), a equipe de Força Tática estava em patrulhamento pela Rua Pinheiro, bairro Flor da Vila, Jacupiranga, quando avistou cinco indivíduos acessando um local conhecido pelo tráfico de drogas. 

Foi feita uma averiguação e ao chegar no local, havia uma casa abandonada e seu seu interior estavam seis indivíduos fracionando e embalando um tijolo de maconha, sendo que ao serem surpreendidos empreenderam fuga, sendo detido um individuo portando uma faca em sua mão. 

No local foram encontradas 100 porções de maconha, pesando 0,126 gramas, embalada e pronta para a venda, uma porção a granel de maconha pesando 0,088 gramas e dois rolos de plásticos filme PVC. Diante dos fatos foi dada voz de prisão pelo crime de "Tráfico de Drogas", apreendendo todos os objetos e recolhendo o Indiciado à cadeia publica de Jacupiranga. 

Caso tenha conhecimento da atuação de traficantes não hesite em denúnciar. Basta ligar para os telefones 190, no Disque PM – 0800 0555 190 ou Disque Denúncia – 181. 

Pela internet, além do serviço Fale Conosco disponibilizado no site www.policiamilitar.sp.gov.br, há o Web Denúncia no site http://webdenuncia.org.br/

Não é necessário se identificar. Exerça sua cidadania e colabore ativamente!
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26 de julho de 2016
OFICINAS DE CONSTRUÇÃO DE PEÇAS ARTESANAIS COM FIBRAS NATURAIS EM IGUAPE
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OFICINAS DE CONSTRUÇÃO DE PEÇAS ARTESANAIS COM FIBRAS NATURAIS EM IGUAPE



OFICINAS DE CONSTRUÇÃO DE PEÇAS ARTESANAIS COM CAIXOTES DE MADEIRA E DE PAPEL ARTESANAL COM FIBRAS NATURAIS FAZEM PARTE DAS ATIVIDADES DE JULHO E AGOSTO DO PROJETO GERANDO RENDA, MOTIVANDO CIDADÃOS

OFICINAS DE CONSTRUÇÃO DE PEÇAS ARTESANAIS COM FIBRAS NATURAIS EM IGUAPE

Em continuidade ao projeto das Oficinas de Transmissão de Saber do projeto Gerando renda, motivando cidadãos, acontecem nos meses de julho, agosto e setembro, as Oficinas de Construção de Peças Artesanais com Caixotes de Madeira e a de Papel com Fibra naturais, oferecidas gratuitamente pela Associação dos Artesãos e Produtores Caseiros – (AAPCI).


A Oficina de Construção de Peças Artesanais com Caixotes de Madeira, será ministrada pela artesã Thelma Araújo.

Associada da AAPCI há mais de quatro anos, Thelma trabalha com entalhe em madeira e com caixotes. Segundo a artesã, o objetivo da oficina é passar às pessoas o conhecimento para criarem as suas próprias peças e terem a oportunidade de ganhar dinheiro com elas. “Este mercado de caixas de madeira cresceu muito”, diz Thelma. “Hoje em dia, a procura por caixas de frutas e pallets é grande e você tem muitas alternativas de fazer coisas lindíssimas com os pallets, por exemplo, que são muito procurados”, explica. “Para fazer uma bandeja, eu costumo usar em torno de três caixas de madeira, pois é preciso ter todo o cuidado e usar as ferramentas certas para não rachar a madeira e precisa-se lixar a madeira e passar uma seladora. E, tudo isto eu vou ensinar, explicando o passo a passo de como trabalhar com caixotes de madeira, quais as ferramentas certas e montagem das peças até o acabamento final. O resto vai ficar a critério do aluno de usar a sua criatividade para fazer uma peça bonita e útil. Eu estou muito animada com esta oficina e vai ser muito gratificante para mim”, finaliza a artesã.

As aulas tem início dia 27/07 e serão todas às quartas-feiras das 14 às 18 horas no Espaço Cultural da AAPCI – Associação de Artesãos e Produtores Caseiros de Iguape que está situado a Rua XV de novembro, 131 no centro de Iguape - SP e terá a duração de mais ou menos oito semanas.


Oficina de  Papel com Fibra Naturais -- A oficina será ministrada pela artesã e co-fundadora da AAPCI, Maria das Dores, conhecida por Da Maria do Papel de Iguape.
Da Maria do Papel, trabalha com papel artesanal desde o ano 2.000, quando participou de um projeto da senhora Lumi Cabral, que buscava ensinar e empregar cerca de quarenta pessoas para trabalhar com fibras da cebola, alho, macela, taboa, folha de bananeira e outros tipos de fibras e de papel reciclado para a fabricação de papel artesanal.

“ Eu comecei a trabalhar com todos os tipos de fibras e através disto a gente ia fazendo embalagens, envelopes, papel e vendia muito para fora”, conta Da Maria. “Aí um dia o Guilherme, que era um engenheiro agrônomo que trabalhava com a gente, trouxe um papel grande feito só com o tronco da bananeira e, então eu disse para ele que um dia eu iria trabalhar com aquele papel”, fala. “Depois de dezesseis anos, das quarenta pessoas que começaram no projeto, só ficou eu. E hoje, eu trabalho apenas com a fibra de bananeira”, conta a artesã.

“Na oficina, eu vou ensinar como fazer o papel com a fibra do tronco da bananeira e outras fibras, mostrando passo a passo, como eu aprendi. Isto é, catando o tronco da bananeira, pondo para cozinhar e depois disto descolorir a fibra e colorir para fazer o papel. E depois, como fazer embalagens e envelopes com os papeis que foram feitos na oficina”, explica a artesã;

“Com esta oficina eu quero passar o meu conhecimento à outras pessoas, pois eu já tenho 73 anos e estou trabalhando sozinha e gostaria muito de poder contar com mais pessoas para me ajudar a confeccionar o papel e assim, poder vender mais aqui e para outras cidades”, finaliza Da Maria.

A oficina terá início no dia 16/08 e será às terças-feiras das 14 às 16 horas e aos sábados no mesmo horário e terá a duração de dois meses. A oficina vai acontecer no espaço onde Dona Maria trabalha, que fica no Centro de Eventos de Iguape.

Inscrições e informações:

As oficinas de Papel com Fibras Naturais  e de Construção de Peças Artesanais com Caixotes de Madeira encontram-se com as inscrições abertas e os interessados devem procurar o Mercado de Artesanato e Cultura pessoalmente ou pelo telefone (13) 3841-1016.

O projeto Gerando renda, motivando cidadãos, é coordenado e executado pela Associação de Artesãos e Produtores Caseiros de Iguape (AAPCI), sob o patrocínio da Petrobras.

A Petrobras, por meio do PPSA, patrocina 13 projetos sociais do litoral paulista, incluindo o Vale do Ribeira. O investimento é de R$ 3,8 milhões, no período de dois anos, para iniciativas dos municípios de Iguape, Ubatuba, Cananéia, Ilhabela, Peruíbe, Bertioga, Caraguatatuba, São Sebastião, Cubatão, Guarujá, Itanhaém, Mongaguá, Praia Grande, Santos e São Vicente. No estado de São Paulo, a seleção pública contemplou 32 projetos socioambientais de 26 cidades paulistas, somando R$ 9,2 milhões em investimentos.
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