24 de abril de 2018
Hipertensão na gravidez: saiba os riscos
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Hipertensão na gravidez: saiba os riscos


O aumento da pressão arterial durante a gestação é um fator que pode comprometer a vida da mãe e do bebê. 

Esse problema é classificado como doença hipertensiva da gestação, também chamado de pré eclâmpsia.  

A enfermidade afeta de 3 a 5% das gestantes a partir do segundo trimestre de gestação. Ela ocorre por uma invasão placentária defeituosa na parede uterina. 

Esta invasão ao útero materno cria um ambiente de aumento de resistência vascular cursando com a liberação de diversas substâncias que provocam um aumento da pressão arterial materna (hipertensão), aumento da permeabilidade capilar e disfunção renal.







No próximo 26 de abril, Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial, o médico creditado pela Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida, Carlos Alberto Marcondes, fala dos riscos e cuidados que requer uma gestação em que as mulheres desenvolvem a pressão alta.






O que é Pré-eclâmpsia?

Carlos Alberto Marcondes (CAM) - Pré-eclâmpsia é uma enfermidade que afeta 3-5% das gestantes a partir do segundo trimestre de gestação. Ela ocorre por uma invasão placentária defeituosa. Esta invasão ao útero materno cria um ambiente de aumento de resistência vascular cursando com a liberação de diversas substâncias que provocam um aumento da pressão materna (hipertensão), aumento da permeabilidade capilar (edema) e disfunção renal.


Quais os sintomas?

CAM - A Pré-eclâmpsia pode ser assintomática, mas na maioria dos casos ocorre inchaço de face, mãos e pés (edema) além do ganho excessivo de peso. Na Pré-eclâmpsia grave podem aparecer dor de cabeça, distúrbios visuais, dor no epigástrio (estômago) e confusão mental.


Como a Pré-eclâmpsia afeta a gestação?

CAM - A Pré-eclâmpsia pode provocar, pela disfunção placentária e hipertensão,  diversas alterações na gestação. Por exemplo, restrição do crescimento intrauterino fetal, insuficiência placentária e diminuição do líquido amniótico.


E os riscos?

CAM - O risco com o não controle da doença é desenvolver as formas mais graves da doença que são a Síndrome de HELLP e Eclâmpsia. Na primeira, ocorre a hemólise (anemia por destruição dos glóbulos vermelhos), disfunção do fígado e a diminuição de plaquetas. Já na eclâmpsia as convulsões que podem ser provocadas por este aumento da pressão arterial.


Como fazer o diagnóstico?

Os critérios diagnósticos para a pré-eclâmpsia foram alterados em 2014 e definem pré-eclâmpsia como aparecimento de Hipertensão em paciente previamente sem a doença após 20 semanas de gestação combinado com proteinúria (perda de proteína na urina > 300 mg / dia) ou disfunção orgânica. A presença de disfunções orgânicas maternas, tais como injúria renal, alteração hepática, neurológica ou hematológica ou hipertensão severa definem pré-eclâmpsia grave.


A combinação de artéria uterina fina no primeiro trimestre, fator de crescimento placentário, e proteína-A no sangue materno prevê o início precoce de pré-eclâmpsia (sensibilidade de 93%; especificidade 95%), mas esse modelo precisa ser validado. No momento não existe nenhum biomarcador que possa ser recomendado para predição de risco de desenvolver a pré-eclâmpsia.

Quais são os tipos de tratamento?

CAM - A primeira medida é monitorar a pressão. A depender do caso, recomenda-se o controle da pressão com medicamentos e/ou internação hospitalar para acompanhamento frequente de possíveis alterações.



Hipertensão Arterial em mulheres antes da gestação é fator de risco?


CAM - Sim. Uma das explicações para esta invasão placentária deficiente é a presença de hipertensão prévia. Outros fatores de risco são doença renal crônica, diabetes (tipo 1 ou tipo 2) e doenças autoimunes incluindo lúpus ou síndrome de anticorpos antifosfolípides.


Mulheres acima de 40 anos, com índice de massa corporal de 35 kg/m² ou mais, síndrome do ovário policístico, história familiar de pré-eclâmpsia, gestação múltipla ou aquelas que doaram um rim são duas vezes mais propensas a desenvolver a pré-eclâmpsia.

Quais as outras formas em que a RA pode ajudar as mulheres hipertensas?


CAM - Quando possível, somente um embrião é transferido para a paciente no tratamento de Fertilização In Vitro. Em casos graves de hipertensão ou doenças que coloquem a vida materna em risco, pode ser lançada a mão do útero de substituição ou a chamada “barriga de aluguel”. Lembrando que a cessão temporária do útero, a partir do ano passado, é permitida para parentes ascendentes (mãe, irmã, tia e prima) assim como descendentes (filha e sobrinha).








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MIRACATU PARTICIPA DO PROGRAMA EDUCACIONAL PVE (PARCERIA VOTORANTIM PELA EDUCAÇÃO)
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MIRACATU PARTICIPA DO PROGRAMA EDUCACIONAL PVE (PARCERIA VOTORANTIM PELA EDUCAÇÃO)
Equipe da rede municipal de educação participa da Oficina “Estar presente faz a diferença”.


Nessa semana, coordenadores, gestores e professores das escolas municipais de Miracatu estão participando da oficina “Estar presente faz a diferença”, realizada pelo Programa PVE (Parceria Votorantim pela Educação).

O PVE foi desenvolvido pelo Instituto Votorantim que busca contribuir com a melhoria da educação pública, por meio da mobilização social das comunidades e do apoio à qualidade das práticas de gestão educacional e escolas da rede municipal.

A iniciativa, certificada como Tecnologia Social pela Fundação Banco do Brasil, tem acumulado resultados positivos, com impacto, também, no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb).

No fortalecimento da gestão, o PVE contribui diretamente para a qualificação da oferta de ensino. “As ações buscam o desenvolvimento de competências profissionais de técnicos das secretarias de Educação, gestores educacionais e escolares, bem como o fortalecimento da cultura de formação continuada de profissionais de educação como um todo”, finalizou a Diretora de Educação Madalena Baumgartner.


Daniela Esteves






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LANÇAMENTO DA REVISÃO DO PLANO DIRETOR DE MIRACATU
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LANÇAMENTO DA REVISÃO DO PLANO DIRETOR DE MIRACATU
Conferência de Lançamento da revisão do Plano Diretor de Miracatu.


Na terça-feira (17/04), foi realizada a Conferência de Lançamento da revisão do Plano Diretor de Miracatu. 

O evento reuniu na Câmara Municipal de Vereadores, as autoridades locais, com pelo menos 8 vereadores presentes, servidores da Prefeitura Municipal e também representantes da população da cidade.

A abertura foi realizada pelo prefeito, Sr. Ezigomar Pessoa, quem explicou da necessidade de revisão do Plano Diretor, que é de 2006, com 12 anos (revisão em 10). 

Ele finalizou sua fala ressaltando a necessidade da participação da população neste processo e o papel fundamental dos próprios vereadores, pois o Plano será, ao final, votado para virar Lei.

Foi dado início também às Oficinas Participativas de revisão do Plano Diretor de Miracatu, onde foram realizadas reuniões no dia 18 de abril nos bairros de Oliveira Barros e Jd. Alvorada.

Ajude a construir a Miracatu que você deseja!

Acesse a página oficial do PD e contribua:




Daniela Esteves








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DESENVOLVE SP REALIZA WORKSHOP EM MIRACATU
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DESENVOLVE SP REALIZA WORKSHOP EM MIRACATU

Convite para participação do Workshop Desenvolve SP



        A Prefeitura de Miracatu convida aos interessados para participar do workshop que será realizado pela Desenvolve SP em parceria com a ACIAM e o SEBRAE-SP no dia 26/04, à partir  das 9h30min no auditório da Diretoria de  Ensino .

A Desenvolve SP – Agência de Desenvolvimento Paulista é uma instituição financeira do Governo do Estado de São Paulo que oferece as melhores opções de financiamento com prazos longos e as taxas de juros mais competitivas do mercado.

A agência apoia o desenvolvimento das pequenas e médias empresas paulistas, incentivando o crescimento da economia e a geração de emprego e de renda em São Paulo.

Click no link abaixo e preencha o formulário das inscrições da Palestra e Atendimento Individual:


Daniela Esteves








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CAMPANHA DE VACINAÇÃO CONTRA A GRIPE INFLUENZA
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CAMPANHA DE VACINAÇÃO CONTRA A GRIPE INFLUENZA
23 de abril inicia a Campanha contra a Gripe Influenza em Miracatu.

Começa nesta segunda-feira (23/04), a Campanha Nacional de Vacinação da Influenza 2018 em todos os postos de saúde do município, respeitando as datas para cada grupo prioritário:

- A partir de 23/04: trabalhadores da saúde, indígenas e pessoas com 60 anos ou mais de idade.

- A partir de 02/05: crianças, gestantes e puérperas.

- A partir de 09/05: comorbidades, professores e privados de liberdades.

No sábado, 12 de maio, será realizado o Dia D da campanha, dia em que todas as UBSs ficarão abertas exclusivamente para a vacinação.

A dose é contraindicada apenas para quem apresentou reação anafilática em doses anteriores ou tenha alergia grave ao ovo de galinha e seus derivados.

O objetivo da campanha é reduzir as complicações e mortalidade decorrentes de infecções pelos vírus da gripe e evitar outro surto da doença. Por isso, é necessário que todos que integram o público-alvo vão até uma Unidade de Saúde para a imunização. Não se esqueça de levar a caderneta de vacinação!

Além da vacina, alguns cuidados devem ser adotados pela população. Entre eles a necessidade de lavar as mãos com frequência utilizando água e sabão ou passando álcool 70.


Daniela Esteves








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Reflexões sobre crianças e adolescentes no tráfico do Rio de Janeiro
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Reflexões sobre crianças e adolescentes no tráfico do Rio de Janeiro

O emprego das crianças-soldado é apenas uma das formas de violência contra a infância. 

O envolvimento dessas crianças em conflitos armados, convivendo com as partes beligerantes, portando armas, matando e morrendo gera desconforto e incômodo, pois reúne dois mundos aparentemente separados: o da criança e o do adulto. 

Porém, existem outras manifestações da violência contra a criança que não são menos preocupantes e estão presentes cotidianamente no Brasil. 

É o caso do envolvimento de crianças e adolescentes – meninas e meninos – no tráfico de drogas. 

Ao contrário das crianças-soldado, os jovens do tráfico não necessariamente estão em um contexto de guerra ou conflito armado, mas ainda assim são afetados pela violência diariamente.

Este fenômeno pode ser observado, sobretudo, em algumas comunidades do Rio de Janeiro.








A questão específica das crianças envolvidas no narcotráfico no Rio já foi objeto de estudos, de reportagens na mídia e de trabalho de algumas ONGs. 

O tema merece uma análise atenta devido à sua complexidade e aos fatores estruturais que envolve. 

Uma criança ou adolescente pode assumir diferentes funções no narcotráfico: vigiar e avisar sobre a chegada de forças de segurança ou grupos rivais, transportar armas e drogas, vender drogas, administrar bocas de fumo e utilizar armas em confrontos. 

Mas por que empregar pessoas de uma faixa etária tão jovem em atividades como essas?

As crianças e os adolescentes podem representar vantagens imediatas para os adultos que as empregam no tráfico. Apesar da idade, já conseguem desempenhar suas funções com eficiência; conseguem utilizar armas leves; não enfrentam a mesma punição legal que os adultos e recebem um pagamento relativamente menor. 

Além disso, muitos jovens procuram esse tipo de atividade, pois alguns fatores estruturais os levam a isso. 

Situações de abandono afetivo; falta de estrutura familiar; dificuldade de continuar nos estudos e, futuramente, de ingressar em uma universidade; necessidade de trabalhar para ajudar na renda familiar; dificuldade de conseguir empregos formais; discriminação racial; baixa perspectiva de ascensão econômica e social; falta de apoio para se inserir em atividades culturais, e contato com parentes e amigos que já estão envolvidos no tráfico também contribuem para que a juventude enxergue nesse trabalho um caminho. 











Assim, as atividades no tráfico representam uma possibilidade de obter status social e ganhos econômicos difíceis de serem alcançados de outra forma. 

Existe, pois, a percepção de que entrar para o tráfico é uma forma de compensar parte das desigualdades e injustiças sociais a que são constantemente expostas.

 Prevenir que crianças e adolescentes participem do narcotráfico envolve, necessariamente, discussões mais amplas sobre desigualdade econômica e social, racismo, educação e cultura, trabalho infantil, legalização das drogas e as funções da polícia e das forças armadas na sociedade. 

Tocar nesses pontos demanda um esforço de diálogo entre vários setores da sociedade, mas é um esforço essencial, visto que a compreensão dessas questões mais profundas e das conjunturas nas quais as crianças estão inseridas afeta diretamente a forma pela qual as pessoas – não apenas as crianças – das comunidades em conflito são tratadas.

Outro ponto fundamental é o entendimento e reconhecimento das crianças como atores capazes de expressar opiniões e realizar mudanças em suas comunidades. 

Geralmente, as crianças e os adolescentes são caracterizados como seres passivos, imaturos e, muitas vezes, são apontados apenas como vítimas das situações que os atingem. 

Ou seja, há uma idealização e universalização, sobretudo do conceito de criança, atrelado ao imaginário de que o jovem é somente um receptáculo do mundo adulto, isto é, observa e absorve passivamente o que é imposto pelos adultos devido à falta de maturidade para uma reflexão mais aprofundada da realidade. 

Assim, crianças e adolescentes que fogem desse estereótipo são considerados "menos crianças", no sentido em que estão mais distantes daquilo que é entendido como o universo infantil e mais próximos do universo adulto. 

Entretanto, crianças e adolescentes envolvidos no tráfico não são "menos crianças". 

O que acontece é que suas respectivas infâncias foram construídas socialmente de uma maneira que lhes foi bloqueado o acesso a certos direitos que as pessoas pensam ser intrínsecas às crianças como educação, saúde, lazer e afeto. 

Apesar de existirem alguns documentos que tentam garantir direitos básicos, como a Convenção sobre os Direitos da Criança e o Estatuto da Criança e do Adolescente, isso nem sempre se torna realidade.

O que queremos ressaltar é que as crianças e adolescentes podem não se restringir ao papel de vítimas, visto que podem possuir capacidade para mudar suas realidades. 

Dizer isso não implica em defender a redução da maioridade penal ou punições mais severas para os jovens, pois essas atitudes agravariam a já preocupante marginalização da juventude das comunidades, além de aprofundar o abismo entre as diferentes infâncias que existem em uma mesma cidade: de um lado, os jovens que gozam de seus direitos, pois têm acesso a condições de vida mais privilegiadas e, de outro, essas crianças e adolescentes que convivem diariamente com a violência do tráfico, da polícia ou das forças armadas. 

Dizer que crianças e adolescentes têm capacidade de agir e são mais do que somente vítimas significa incluí-los em esforços para reduzir a violência e pensar medidas de redução das desigualdades e ouvir suas opiniões, reconhecendo-os como agentes transformadores e não como inimigos a serem combatidos.

A atual situação em que o Rio se encontra, sob intervenção federal, não melhora as condições de vida, tampouco confere protagonismo a esses jovens. 






Se, a princípio, pode parecer que as forças armadas fornecem maior segurança para as crianças que vivem nas comunidades, em um olhar mais atento percebemos que os fatores estruturais que citamos não são, de fato, resolvidos por meio do uso da força.

 Pelo contrário, a intervenção contribui para perpetuar a ideia de que as pessoas que moram nas comunidades são inimigos, não cidadãos. 

Revistar as mochilas das crianças não garante segurança e ainda escancara o quanto crianças e adolescentes das comunidades cariocas, majoritariamente pobres e negras, são tratadas de modo discriminatório.

A forma de lidar com crianças e adolescentes das comunidades reflete preconceitos estruturais de nossa própria sociedade e reforça a discriminação em nome de uma pretensa segurança e bem-estar dos jovens. 

A construção da paz passa, necessariamente, pela participação efetiva das crianças e adolescentes. 

A paz, nesse contexto, é entendida de forma mais ampla, como o pleno aproveitamento das capacidades de ação dos jovens, da melhoria das condições em que eles vivem e da redução das desigualdades. 

As crianças e os adolescentes ganham mais quando estão inseridos nos debates do que quando têm suas reais capacidades subestimadas.


Giovanna Ayres Arantes de Paiva, Doutoranda em Relações Internacionais pelo Programa de Pós-Graduação em Relações Internacionais San Tiago Dantas (UNESP, UNICAMP, PUC-SP).






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Seis judocas da Escolinha Mauro Sakai vão para as finais do Campeonato Paulista
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Seis judocas da Escolinha Mauro Sakai vão para as finais do Campeonato Paulista


Gustavo Bento Neiva, João Amado Calegari, João Oliveira, João Moura Inácio, Luis Fausto Guedes Cara e Igor Nascimento representarão Registro-SP.

No domingo (22/04), alunos da Escolinha Municipal de Judô “Mauro Sakai” participaram da fase inter-regional do Campeonato Paulista, garantindo 6 vagas para a final da competição. 

Seis judocas da Escolinha Mauro Sakai vão para as finais do Campeonato Paulista

Realizada em Santos, a fase inter-regional reuniu mais de 300 atletas das classes Sub 11, Sub 13 (aspirante), Sub 15, Sub 18, Sub 21 e Sênior, de várias cidades do Vale do Ribeira (Registro-SP, Cajati, Juquiá e Jacupiranga), da Baixada Santista (Santos, São Vicente, Guarujá, Cubatão, Mongaguá, Praia Grande, Itanhaém e Peruíbe) e da região Sudoeste (Votorantim, Sorocaba, Itapetininga, Itapeva e Cerquilho).





Na divisão Aspirante, quatro judocas do Mauro Sakai classificaram-se para a fase final, onde se reunirão os melhores atletas do Estado de São Paulo, em São Carlos:

• Gustavo Bento Neiva (Sub 11/ Pesado - 3 ° colocado)
• João Amado Calegari (Sub 11 /Super Pesado - 3 ° colocado)
• João Oliveira (Sub 13/Super Ligeiro - 3° colocado)
• João Moura Inácio (Sub 13/Ligeiro- 3° colocado)

Outros dois atletas da Escolinha de Registro se classificaram na divisão especial, sendo que Luis Fausto conseguiu vaga em duas categorias diferentes:

• Luis Fausto Guedes Cara (Sub 18/Ligeiro e Sub 21/Ligeiro)
• Igor Nascimento (Sub 18/Médio)

“Mais uma vez os alunos da Escolinha Mauro Sakai se superaram e apresentaram, nos tatames de Santos, tudo que aprenderam nas aulas. Não me surpreendo com as classificações, pois sei do potencial e dedicação de cada um. 

Agradeço o apoio dos pais e responsáveis e ao excelente trabalho, frente ao Judô, que vem sendo feito pela Prefeitura de Registro-SP, por meio da Secretaria de Esportes”, comentou Thayane Pereira, Sensei da Escolinha Municipal de Judô “Mauro Sakai”.





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Atletismo de Registro-SP faz bonito na fase regional dos Jogos Abertos da Juventude
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Atletismo de Registro-SP faz bonito na fase regional dos Jogos Abertos da Juventude


Depois das provas, Registro-SP recebeu pares de tênis doados pela Associação Desportiva Atletismo Brasil, por meio da campanha Tênis Solidário

No feriado de Tiradentes, 21 de Abril, a equipe registrense de Atletismo foi a Praia Grande disputar a fase regional dos Jogos Abertos da Juventude, onde estiveram presentes atletas da anfitriã, Praia Grande, de Juquiá, Pedro de Toledo, Cajati, Mongaguá e Cubatão. 

Atletismo de Registro-SP faz bonito na fase regional dos Jogos Abertos da Juventude

Com uma delegação composta por 16 atletas, Registro-SP conquistou classificação em duas provas, ambas com as meninas: 4x100 metros e 100 metros rasos.

Parte da equipe registrense reside na zona rural. Para poderem participar da competição em Praia Grande, os atletas se alojaram no Ginásio Mario Covas, de sexta para sábado e, na concentração, foram surpreendidos com um jantar regado a pizzas doadas por dois restaurantes, Pizzaria Tik e Chopparium, além de frutas cedidas pelo Sacolão Oba Oba e refrigerantes do Mercado Preço Bom.







Integraram a equipe registrense na competição os atletas Karine Alves Duarte, Luana Aparecida Lopes Batista dos Santos, Jessiara Silva Santos, Jennifer Teixeira Da Silva, Helen Silva de Lima, Lara Cauano Leão de Sousa, Lorena Gabrielly Ribeiro Pereira, Jéssica Guedes Marinho, Raquel de Sousa Pontes, Allyson Rocha Magalhães, Gabriel Ribeiro de Souza, Ezequias Alves Gomes, Denis Ronildo Silva Soares, Misael De Azevedo Ribeiro, Juliano Oliveira de Jesus e Lucas de Aguiar Silva.

Depois das provas, um dos coordenadores do projeto de resgate do Atletismo em Registro-SP, Rafael Freitas, recebeu pares de tênis doados pela a ADAB – Associação Desportiva Atletismo Brasil, por meio da campanha Tênis Solidário, que melhorarão as condições de treino e competição dos atletas registrenses.

“Parabenizo a equipe registrense de Atletismo pelas recentes conquistas. Isso é fruto da soma de esforços para resgatar o Atletismo, modalidade que já foi muito praticada em Registro-SP. 

Aproveito para agradecer a ADAB, na pessoa do Wlamir Motta Campos, pela doação dos tênis da campanha Tênis Solidário. Tenho certeza que ajudarão muitos atletas a melhorarem suas marcas”, comentou Sylvio Murasawa, Secretário de Esportes de Registro-SP.











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