Valorização dos policiais: Pécori tem Moção aprovada por unanimidade

Na sessão da última segunda-feira (23/02), a Câmara Municipal de Registro-SP aprovou por unanimidade a Moção de Apelo nº 24/2026, de autoria do vereador Jefferson Pécori, solicitando ao governador Tarcísio de Freitas a reavaliação de cortes no orçamento da segurança pública do Estado de São Paulo.

Valorização dos policiais: Pécori tem Moção aprovada por unanimidade
Valorização dos policiais: Pécori tem Moção aprovada por unanimidade



A moção pede a recomposição de recursos que impactam diretamente a Polícia Militar do Estado de São Paulo e a Polícia Civil do Estado de São Paulo, especialmente nas áreas de combate ao crime organizado, formação e capacitação profissional, além do atendimento à saúde dos policiais da ativa.

Segundo o vereador, segurança pública não pode ser tratada como gasto, mas como investimento. “Quando se corta recurso de inteligência, tecnologia, formação policial e saúde dos nossos agentes, quem sente é a população. Segurança se faz com planejamento e estrutura”, destacou Pécori durante a votação.


Entre os pontos levantados no documento estão:


· A retirada de R$ 355 milhões do programa de integração e aparelhamento voltado ao combate ao crime organizado;

· A redução de 42,8% no orçamento para seleção, formação, capacitação e aperfeiçoamento da Polícia Civil;

· O corte de R$ 7 milhões no atendimento à saúde dos policiais militares da ativa.

O parlamentar reforçou que a iniciativa não tem caráter partidário, mas institucional. “Estamos falando de proteger a população paulista e valorizar quem coloca a própria vida em risco todos os dias”, afirmou.

A moção será encaminhada ao Governo do Estado, à Secretaria de Segurança Pública, à Assembleia Legislativa, às entidades representativas das forças policiais, além de autoridades e instituições do Vale do Ribeira.

A aprovação unânime demonstra o consenso entre os vereadores sobre a importância do tema. Para Jefferson Pécori, o recado foi claro: “Registro está atenta e cobra coerência entre discurso e orçamento quando o assunto é segurança pública.”
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