1 Festival de Cinema de São Bernardo do Campo, competitivo com muitas premiações

 1 Festival de Cinema de São Bernardo do Campo, competitivo com muitas premiações


O 1° FESTIVAL DE CINEMA DE SÃO BERNARDO DO CAMPO será um festival competitivo de abrangência nacional de filmes de curta e longa-metragem com capacidade para acolher mais de 25.000 pessoas ao longo dos 05 dias de evento, totalizando um valor estimado de R$500.000,00 (quinhentos mil reais) à R$1.000.000,00 (um milhão de reais) em ingressos ofertados gratuitamente, considerando meia entrada ou inteira de R$20 à R$40 reais de benefício cultural à população da cidade e região. 

O festival está sendo amplamente coberto e divulgado pela imprensa regional, segmentada e nacional desde a abertura das inscrições. 

As inscrições para participação por cineastas profissionais e jovens produtores estiveram abertas de 14/07 à 04/09 e acolheram um total de EXPRESSIVOS 1.089 filmes que resultaram em 80 filmes selecionados pela curadoria para participação nas Mostras Competitivas.

1 Festival de Cinema de São Bernardo do Campo, competitivo com muitas premiações
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O filme de maior referência em protagonismo negro no 1º Festival de Cinema de São Bernardo do Campo nada mais é que o Longa-metragem de Documentário "Diálogos com Ruth de Souza" com Direção de Juliana Vicente. Ruth fez parte do elenco fixo da Cia. Cinematográfica Vera Cruz nos anos áureos de 1950 e pioneira como a primeira artista a primeira artista brasileira indicada ao prêmio de melhor atriz em um festival internacional de cinema, o Leão de Ouro no Festival de Veneza de 1954 e que disputava com estrelas como Katherine Hepburn, Michele Morgan e Lili Palmer. 

O “1º Festival de Cinema de São Bernardo do Campo” foi concebido em memória aos legados artístico, técnico e cultural da Cia. Cinematográfica Vera Cruz considerada a "Hollywood Brasileira" (1949-1954). 

Além dessa relação histórica desta grande protagonista mulher negra que foi Ruth de Souza, o festival a homenageará com o nome de um dos trofèus que serão dados para Léa Garcia, representada pelo seu filho Marcelo Garcia e a Dona Eliane Lage, única artista viva do período da Cia. Vera Cruz, protagonista do filme Sinhã Moça com Dona Ruth de Souza. Atualmente o conjunto de Estúdios e Pavilhões é patrimônio cultural tombado da cidade.


DIÁLOGOS COM RUTH DE SOUZA


DIREÇÃO: Juliana Vicente
SINOPSE: Ruth de Souza inaugura a existência de atrizes negras em palcos, televisões e cinema no Brasil. Carrega em si a gênese de parte importante das conquistas para as mulheres negras ao longo de quase um século de vida. Aos 95 anos, ultrapassando os 70 de carreira, em meio a reflexões e memórias, nasce o diálogo entre duas gerações de artistas negras, Ruth e a diretora.


Juliana Vicente é diretora, produtora e sócia-fundadora da Preta Portê Filmes (2009), produtora que nasceu para falar sobre diversidade e a realização de seus filmes, aqueles com temáticas como vida negra, LGBTQ e outras questões sociais de minorias, como ela sabe que, como mulher negra, dirigir e produzir filmes não seria uma possibilidade para ela há dez anos. Estudou cinema na FAAP (Brasil) e EICTV (Cuba), e foi convidada como diretora para participar do Berlinale Talents 2015.

Dirigiu “Cores e Botas”, conhecido curta-metragem exibido em mais de 50 festivais no Brasil e no mundo, como Festival de Havana (2010), Festival de Huelva (2011) e Festival de Brasília (2011) e um importante filme que só marca o início de uma geração de cineastas negras brasileiras. 

Dirigiu também o documentário “Leva”, coprodução com o Canal Futura, sobre o cotidiano de uma ocupação no centro de São Paulo, vencedor do Festival de Cinema de Nova York (2012, Questões Sociais).

Foi convidado a participar do programa internacional Why Poverty? com o documentário “Mauá: Luz ao Redor”, coprodução Brasil/África do Sul, exibido no TIFF, IDFA, entre outros, e distribuído para mais de 60 canais de televisão em todo o mundo.

Fez o vídeo “Mil Faces de Um Leal Homem – Marighella”, dos Racionais MCs, Vídeo do Ano no VMB (Prêmio MTV, 2012), e atualmente desenvolve um filme sobre a carreira do grupo, que será lançado na Netflix em 2020. 

Em Em 2014, estreou o documentário “Escola das Águas: o Desafio Pantaneiro”, e em 2015, o documentário “As Minas do Rap”, ambos em coprodução com o Canal Futura. Também em parceria com o canal, lançou a série documental “Afronta!”, 2017, disponível nos canais de internet TV Preta e Futura Play. 

No mesmo ano, dirigiu a 13ª temporada de Lázaro Ramos, o mais importante ator negro do Brasil, série de TV “Espelho”, exibida no Canal Brasil.

Como produtora, realizou mais de 40 filmes entre curtas, médias e longas-metragens, que receberam mais de 100 prêmios nos principais festivais do mundo. Em 2015, foi coprodutor do longa “A Terra e a Sombra”, vencedor do Caméra D’Or no Festival de Cannes. Em 2019, produziu a série “Nós Negros” em parceria com o SescTV. Ruth é seu primeiro longa-metragem como diretora.

Maiores informações 
Marcos Maynart
21-99998-5293
marcosmaynart@gmail.com

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