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Página Turismo do Vale do Ribeira



- Caverna do Diabo (Eldorado-SP)


Caverna do Diabo (Eldorado-SP)

A Caverna do Diabo também conhecida como Gruta da Tapagem é a maior caverna do Estado de São Paulo, e esta preparada para o turismo de aventura, Localizada no Parque Estadual de Jacupiranga (PEJ), no município de Eldorado-SP na região do Vale do Ribeira.

Maiores informações para visitações atravez do Site : http://www.cavernadodiabo.com.br/


VALE DAS OSTRAS (Eldorado-SP)



VALE DAS OSTRAS (Eldorado-SP)
Além da Mata Atlântica e das cavernas, o município de Eldorado ainda guarda uma abundância de pequenos córregos e ribeirões de águas límpidas que possuem inúmeras cachoeiras e piscinas naturais excelentes para banhos e mergulhos.
 O Vale das Ostras é formado pelo Ribeirão das Ostras, o mesmo que atravessa toda a Caverna do Diabo. Após deixar as entranhas da terra, esse ribeirão percorre um acidentado trajeto até desaguar no rio Ribeira, e forma cerca de 12 cachoeiras das mais diversas formas e tamanhos.
A Trilha das Ostras percorre todo esse trajeto, de aproximadamente 6 km, passando pela cachoeira do Engano, a cachoeira do Vomito, a da Meia-Volta, a Escondida, o Salto Triplo, a cachoeira do Funil, do Palmito e do Papo, o Poço Verde e o Poço Azul, chegando ao ponto culminante do roteiro: a Queda de Meu Deus, uma cachoeira com 53 metros de altura. Além da observação dos vários aspectos da Natureza durante o percurso da trilha, pode-se desfrutar de momentos de total contato com Ela mergulhando e nadando em diversos locais do ribeirão.
Local: Quilombo do Sapatu
Duração: de 4 a 8 horas
Grau de dificuldade: Médio

SALTO DA USINA (Eldorado-SP)


SALTO DA USINA (Eldorado-SP)
O Salto da Usina é um local onde existia uma pequena hidrelétrica que operou da década de 20 até a década de 50, do século passado e que gerava energia elétrica para toda a cidade de Xiririca, hoje Eldorado.
O ribeirão Xiririca é o principal atrativo, com água cristalina, corredeiras, pequenas quedas e piscinas naturais para banho.
O local, conta, ainda com uma infra-estrutura de lanchonete, sanitários com chuveiros, quiosques equipados com churrasqueiras, água potável encanada e energia elétrica, quadra de futebol de areia, lago, trilha pela mata com ponte pênsil e estacionamento.
Local: Bairro Usina
Duração: 2 a 4 horas
Grau de dificuldade: Mínimo

CACHOEIRA DO SAPATU (Eldorado-SP)


CACHOEIRA DO SAPATU (Eldorado-SP)
Pequena queda d’água, de mais ou menos quatro metros de altura,  que forma uma linda piscina natural ideal para banho e grupos de até 10 pessoas. Tem acesso pela estrada que liga Eldorado à Caverna à cerca de 35 km do centro, na propriedade do Sr. Tirso Mariano, onde se pode deixar o carro e em seguida caminha-se por uma trilha de 150m.

Local: Sítio Sapatú, SP 165 a 35 km do centro
Duração: 1 hora
Grau de dificuldade: Mínimo

QUILOMBO DE IVAPORUNDUVA (Eldorado-SP)



QUILOMBO DE IVAPORUNDUVA (Eldorado-SP)O município de Eldorado fez parte do primeiro ciclo do ouro do Brasil, por volta de 1630. Os primeiros exploradores trouxeram negros africanos para trabalhar na mineração, como escravos. Ivaporunduva é uma comunidade remanescente desses escravos, que vive de forma tradicional, preservando sua cultura, praticando a agricultura sustentável e vivendo em harmonia com a natureza de seu território. Durante a visita se conhece um pouco de sua história e costumes A visita é feita seguindo-se os princípios do turismo étnico-cultural e só é possível através de agendamento pelos telefones 13-3879-5000 ou 3879-5001, falar com Olavo Pedroso ou Cléber Cirano ou ainda pelos e-mails ivaporunduvatur@yahoo.com.br e olavoquilombola@yahoo.com.br.

Local: Quilombo de Ivaporunduva
Duração: 1 a 2 dias
Grau de dificuldade: Mínimo




- Praias - Ilha Comprida-SP


Praias - Ilha Comprida-SP

A Estância Balneária da Ilha Comprida fica no Litoral Sul do Estado de São Paulo, na região do Vale do Ribeira. Desde sua emancipação político-administrativa das cidades de Iguape e Cananéia, em 1991, o município se orgulha de seus indicadores de crescimento. De acordo com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), a Ilha saltou da 567º para a 147º posição no ranking estadual do Índice de Desenvolvimento Humano.


ILHA COMPRIDA PROMOVE GRANDES EVENTOS O ANO INTEIRO

Além dos atrativos naturais, a Ilha Comprida promove eventos o ano inteiro. Tem Mostra de Teatro, Festival de Blues, Carnaval nota dez, Ilha Julina, Passeio de Bicicleta, muitos shows, mostras de fotografias e exposições artísticas que evidenciam um município onde pulsa forte a cultura, o esporte e o lazer. Acompanhe o calendário de eventos. Informe-se sobre a programação completa no site da Prefeitura da Ilha Comprida- www.ilhacomprida.sp.gov.br


Parque Carlos Botelho (Sete Barras-SP)

Com uma área de 37.644 ha, abrange parte dos municípios de São Miguel Arcanjo, Capão Bonito, Tapiraí e Sete Barras.

Devido à sua importância (ambiental, histórica e cultural), a Região Sudeste da Mata Atlântica, onde está inserido o Parque, recebeu da UNESCO, em 1998, o título de “Sítio do Patrimônio Mundial da Humanidade”.

Nesse Parque, que abriga os remanescentes de Floresta Tropical mais bem preservadas do Brasil, são desenvolvidas atividades voltadas para a Pesquisa Científica, Educação Ambiental, Ecoturismo e Fiscalização.


Facebook clique aqui

Maiores informações no Site Parque Estadual Carlos Botelho

- Parque da Onça Parda(Sete Barras-SP)


Parque da Onça Parda(Sete Barras-SP)

Conta-se que em meados dos anos 40 e 50, toda uma área de floresta nativa onde hoje é o entorno do Parque Estadual "Carlos Botelho" estava sendo cada vez mais devastada e invadida por pessoas que dali extraiam carvão, derrubando árvores centenárias, em busca riquezas. Era o ciclo do carvão.

Muitas famílias abastadas da região herdaram suas riquezas dessa atividade quase que desenfreada. Quase desenfreada porque chegou um momento em que finalmente o Governo tomou uma ação e literalmente "passou a régua" no mapa, demarcando definitivamente as fronteiras da reserva florestal, hoje o Parque Estadual "Carlos Botelho".

Com isso, toda uma área ao norte no entorno da reserva florestal onde essa atividade estava sendo realizada, ficou sem dono! E o Governo, através de incentivos, buscou vender essas terras aos interessados, as chamadas terras devolutas do Estado.


Dizem os antigos que um certo funcionário do Governo, Procurador de Terras, como não podia comprar as terras em seu nome, arrumou um "parceiro", e comprou toda a área ao norte da divisa da Reserva Florestal utilizando-se do nome desse "parceiro". Um total de mais de 2.420.000m2 (242 hectares).

O tal “parceiro" era um senhor já de idade, lavrador, humilde e que mal sabia assinar o próprio nome, chamado José Galdino dos Santos. Logo após a aquisição, o sr. José Galdino abdicou-se de quase toda a área em favor do tal Procurador de Terras do Governo e em troca dos favores concedidos recebeu uma parte das terras, aproximadamente 500.000m2 em seu nome (50 hectares).


Essa área no meio da gleba vendida pelo Governo acabou sofrendo menos intervenção de carvoarias, madeireiras. Até foi instalada uma pequena olaria, mas não foi dado continuidade.

Após idas e vindas, essa área foi adquirida pelos atuais proprietários e se tornou o Parque da Onça Parda. O POP, como é chamado, é cortado por 2 rios: o Monjolinho e o Ribeirão Bonito, onde abriga uma grande parcela de mata atlântica preservada contendo animais característicos da fauna local como o Mono-Carvoeiro (maior primata das Américas), Anta, Macaco Prego, e inclusive a Onça Parda.

O nome do Parque foi batizado pela bióloga Paula Fogaça que em suas pesquisas na área identificou rastros e pegadas da Onça Parda (Puma Concolor).


Atualmente o Parque da Onça Parda busca preservar a mata nativa remanescente e recuperar as áreas degradas através de plantio de mudas nativas contribuindo para a sobrevivência da fauna no local.

Para um desenvolvimento sustentável, o Parque busca atrair turistas e amantes da natureza através de atividades de ecoturismo, educação ambiental, pesquisas, camping, esportes de aventura, sempre em harmonia com a natureza e respeito ao meio ambiente.

Maiores informações pelo Site Parque Onça Parda 


- Cananéia-SP




Cananéia-SP



Cananéia-SP
Cananéia está no centro de um corredor biológico de 110 km que se estende desde a foz do Rio Ribeira em Iguape (SP) até a baia de Paranaguá (PR) e é um dos maiores berçários de vida marinha do planeta. O município tem 1.358 km², população de aproximadamente 15 mil habitantes, clima ameno e temperatura média do mar entre 22 e 28 º C. Na diversidade desse ambiente você encontra o Parque Estadual da Ilha do Cardoso (PEIC), cachoeiras, comunidades caiçaras e quilombolas, a curiosa história da cidade como primeiro povoado fundado no Brasil, e suas lendas, fauna, flora, festas e culinária. 




Atrativos Turísticos


Cananéia-SPConjunto de casarios históricos - “O casario acompanha a pobreza da velha matriz, edificações baixas, no rês do solo, alinham-se umas encostadas às outras, raríssimas em sobrado, todas com beirais, de porta ao lado, ou ao centro, duas, três, quatro janelas, batentes ou ombreiras vários ainda de pedra, com fechos em curvas ligeiras, batidas. Desmancham um tanto o velho e simpático conjunto uma ou outra casa de construção recente, influência italiana, de calhas internas e platibandas.” (Aureliano Leite - Processo de tombamento da área histórica central da cidade de Cananéia n° 9170 -  ano 1969.) As primeiras construções de Cananéia são aquelas localizadas na Rua Tristão Lobo. Constitui um conjunto significativo arquitetônico de casarios, construídos no final do século XVIII e início do século XIX. As paredes das residências eram construídas com pedras e argamassa composta de areia, cal de ostras retiradas dos sambaquis e óleo extraído da baleia.


Igreja de São João Batista
Igreja de São João Batista - A Igreja de São João Baptista, situada na praça central, foi construída em 1577 para servir de fortaleza contra invasores. A parede é espessa e constituída de calcário retirado de conchas e de óleo extraído da gordura de baleias que eram caçadas ao redor da Ilha do Bom Abrigo. Pequenas frestas na parede lateral da igreja e de frente ao estuário (as seteiras) permitiam a passagem de flechas de dentro para fora, para atingir os intrusos sem que os mesmos atingissem quem se encontrava no interior da igreja. A história relata muitos conflitos com os piratas holandeses e ingleses em procura de riquezas e de vantagens nestas novas terras. As seteiras ainda hoje se destacam na atual Matriz e nos falam desses conflitos armados quando a igreja abrigava o povo da vila nas horas de guerra e perigo.

O Centro de Exposições - possui um acervo com curiosidades e características que retratam a história e a cultura de Cananéia. Possui um tacho de bronze que foi trazido pelos navegadores portugueses. O tacho foi colocado na Ilha do Bom Abrigo em 1767 e nele era derretido óleo de baleia para se fazer a mistura com cal de ostras e areia da praia, resultando em argamassa utilizada para construção das casas que na época eram feitas de pedra. Outro atrativo do acervo do museu é o tubarão, o segundo maior do mundo. Foi pescado em 1992, com 5,5 metros de comprimento e 3500 Kg.


Obelisco e canhões
Obelisco e canhões - foram deixados pelos ingleses aproximadamente 20 canhões no pontal da Trincheira. Os canhões foram rolando para o fundo do mar, na proporção que ia desmoronando o barranco de blocos de piçarra, comido ou tragado pelo mar, e somente quatro dos canhões foram trazidos com muito custo da Trincheira para a cidade no ano de 1990. Dois canhões foram levados para a Praça Martim Afonso de Souza e estão expostos em base de cimento ao lado do Obelisco desde Agosto de 1931, quando Cananéia comemorava com festividades a passagem dos seus quatro centenários de fundação. O terceiro canhão foi levado para o alto do Morro São João e explodiu quando tentavam fazê-lo funcionar. O último canhão foi levado para a cidade de Iguape.

A Figueira de Cananéia - “Há muito tempo , um pássaro trouxe no bico pequenina semente de figo silvestre e abandonou junto do velhíssimo pilar construído no ano de 1.531 em Cananéia, na época da colonização de Martim Afonso de Souza. A semente em contato com o limo úmido que revestia a pedra, germinou, transformou-se em arbusto e tomou corpo. Fez-se afinal, com o correr dos anos gigantesca árvore e seu caule cresceu, enorme, em torno do pilar que lhe servia de berço, envolvendo-o completamente ... e hoje, pelas fendas e olhos naturais do tronco, podem ver-se vestígios da Pedra, ali zelosamente guardada como um relicário.” A Figueira de Cananéia, conhecida como árvore do coração de pedra, deverá ser  cuidadosamente conservada , para que a sua longa existência se estenda por muito tempo ainda.

Morro São João e a Trilha do Mirante, localizam-se na Ilha de Cananéia. É um elemento marcante na paisagem ambiental da cidade. No morro existe uma trilha que permite o percurso dentro da Mata Atlântica até chegar a um mirante de onde pode-se observar o complexo estuarino lagunar, a cidade, as praias e as ilhas.

Pier MunicGolfinhos ipal também é c onsiderado Ponto de Interesse Ambiental, como vimos no caso anterior. Localiza-se na Avenida Beira-Mar, próximo à Prefeitura Municipal. No Pier Municipal acontecem as saídas de barcos e escunas à passeios pelo estuário.

Outros atrativos turísticos podem ser feitos através de barcos como a Gr
uta de Nossa Senhora de Fátima, os Argolões de Bronzeencravados na pedra, que serviam para amarrar as caravelas da expedição de Martim Afonso.
A melhor de todas as recompensas turísticas é observar os botos-cinza que se aproximam dos barcos.

Os Pontos de Interesse Público são: Portal de Cananéia, Prefeitura Municipal, Câmara Municipal, Fórum, Correio, Banco, Pronto Socorro, Delegacia, Ceagesp e Rua do Artesão.

Cananéia – Roteiro das Cachoeiras

Roteiro voltado para todos os turistas interessados em ter contato direto com a Mata Atlântica. O roteiro inclui 4 belíssimas cachoeiras nas comunidades continentais da cidade.

O turista irá se deparar com 4 belíssimas cachoeiras, sendo elas: Pitu, Mandira, Rio das Minas e Encanto. O ideal é que o turista seja acompanhado de um monitor ambiental para obter informações sobre cada cachoeira e para localizá-las.

Cachoeira do Pitu Cachoeira do Pitu
Localizada na Comunidade do Itapitangui onde encontra-se muita concentração de mata Atlântica e era antiga região de mineração. Acesso pela Estrada velha de Jacupiranga. Próximo também está o Projeto AgroFlorestal, onde o turista pode conhecer um pouco do trabalho da agricultura familiar. Esta é a cachoeira com maior estrutura para visitação, com banheiros e local para refeição (necessário agendar com antecedência).  Duração: 1 hora. Grau de dificuldade: Leve Taxa de visitação: R$3,00.
Cachoeira do Mandira
Cachoeira do Encanto 
É uma belíssima cachoeira que parece se esconder em meio à mata. Com uma pequena caminhada de 20 minutos é possível conhecê-la. A cachoeira fica próxima à comunidade do Mandira reconhecida pelo Governo como remanescente Quilombola, por desce
 nder dos negros escravos. Onde existe uma Reserva Extrativista de Ostra e um trabalho muito interessante de artesanato produzido pelas mulheres da comunidade. Duração: 1h30. Grau de dificuldade: Médio
Cachoeira do Encanto
Está localizada dentro de uma propriedade particular de 10 Km. Nela é possível agendar almoço com verduras e legumes produzidos pelos próprios donos. Duração: 1 hora. Grau de dificuldade: Leve. Taxa de visitação: R$2,00.

Cachoeira Rio das Minas 
Esta cachoeira fica localizada na área do Parque Estadual de Jacupiranga, á aproximadamente 30 Km de Cananéia. Cercada pela Mata Atlântica, a cachoeira é sem duvida uma das maiores e mais belas cachoeiras da região. Duração: 2 horas. Grau de dificuldade: Médio Taxa de visitação: R$5,00.

Acessos ao município

De carro: Saindo de São Paulo, seguir pela BR116 (Rodovia Régis Bitterncourt) até o km 200 e continuar pela SP226. Passar pela cidade de Pariquera-Açú e, 16 km depois, entrar à esquerda no trevo. Seguir pela estrada e passar pela ponte Euclides Figueiredo que liga o continente á Ilha de Cananéia. Há a opção de seguir em frente até Porto Cubatão e atravessar pela balsa. O tempo de viagem (sem paradas) será em média de 3 horas e 30 minutos.

De ônibus: ônibus direto saindo da rodoviária Barra Funda (em São Paulo). Rodoviárias da cidade de Osasco e Jundiaí e ponto da empresa Intersul em Taboão da Serra. A única empresa que faz esse trajeto é a Intersul Transportes. Tempo médio de viagem: 5 horas. Preço médio: R$47,00. 



Parque Estadual Ilha do Cardoso


A Ilha do Cardoso localiza-se no litoral sul de São Paulo, no município de Cananéia, a 272 Km da cidade de São Paulo. Tem como pontoParque Estadual Ilha do Cardoso de referência o extremo sul da Ilha Comprida e a Ilha de Cananéia, das quais se separa pela Bahia de Trapandé. Abrange uma área de 22 mil hectares, onde são encontrados vários tipos de vegetação da Mata Atlântica, que proporcionam variedade extraordinária de ambientes e alta diversidade biológica. Além de mamíferos grandes, como baleias, mono-carvoeiros, bugios e, de menor porte, suçuaranas e veados-mateiro, num total de 86 espécies cataloga das pelo Instituto Florestal de São Paulo.

Apesar de localizada em pleno litoral de São Paulo, a ilha conseguiu manter-se preservada, visto que o acesso a ela não é tão fácil. De carro é preciso seguir pela Rodovia Régis Bittencourt (BR 116) até Cananéia. O acesso à Ilha é feito do porto, de onde partem escunas e voadeiras (pequenas lanchas), até as comunidades tradicionais.

A ilha é composta por seis comunidades tradicionais, sendo as mais desenvolvidas o centro de pesquisas Núcleo Perequê e a comunidade Marujá
Passeios podem ser agendados com os monitores ambientais, que dão verdadeiras aulas de conservação do meio ambiente. As famílias tradicionais que moram na ilha também buscam a preservação do meio, respeitando as regras do parque estadual e, de certa forma, monitorando os passeios também.


Maiores informações no Site http://www.cananeia.sp.gov.br/



- Iporanga-SP


Iporanga-SP

Iporanga cidade histórica situada às margens do rio Ribeira de Iguape a 98 metros acima do nível do mar , com clima quente e úmido na região do Vale do Ribeira (SP).

Por volta de 1556 foram notados os primeiros vestígios do homem branco em território Iporanguense. 

Parque Estadual Turísticos do Alto Ribeira - PETAR 

Parque Estadual Turísticos do Alto Ribeira - PETAR
Parque Estadual Turísticos do Alto Ribeira - PETAR Parque Estadual Turísticos do Alto Ribeira 
(P.E.T.A.R) criado em 19 de maio de 1958, com a área de 35.719 hectares, ocupando o território dos municípios de Apiaí e Iporanga, área que protege importante patrimônio espeleológico e florestal.







Parque Estadual Turísticos do Alto Ribeira - PETAR O Petar está localizado na região do Vale do Ribeira, á 340 km da capital do Estado de São Paulo e 185 km da capital do Estado do Paraná (Curitiba).

O parque é dividido em quatro núcleos : Santana, Ouro Grosso, Casa de Pedra e Caboclos. Os principais atrativos são as cavernas, cachoeiras e belas trilhas, estruturado com portarias de entrada e pagamento de ingresso, centros de controle e visitação, alojamento, camping e banheiros.

O Petar tem sua área coberta por uma densa mata atlântica, que integra a Reserva da Biosfera da Mata Atlântica, uma das regiões de mata atlântica mais preservada do Brasil.

Parque Estadual Turísticos do Alto Ribeira - PETAR

Além das inúmeras cavernas e cachoeiras, existem no PETAR outros atrativos, como os 'mirantes', trilhas ecológicas, visita ao Centro Histórico da Cidade de Iporanga, artesanato em barro e a Casa do Artesão da Cidade de Apiaí, 'Observação de OVNIs', passeios de canoas no Rio Ribeira de Iguape e luais com fogueiras na beira do Rio Betari.


Parque Estadual Turísticos do Alto Ribeira - PETAR


Rapeis de mais de 250 metros de altura, dentro e fora de cavernas, tirolesas, bóia cross, acqua ride, duck, bike, trekking, escaladas e mergulhos dentro de cavernas, cascading, canyonig, corrida de aventura e espeleo. São algumas das atividades que a região oferece.


De qualquer forma essas atividades devem ser feitas por pessoas experientes e acompanhas sempre por um monitor local.

Parque Estadual Turísticos do Alto Ribeira - PETAR


O PETAR conta hoje com mais de 160 monitores locais. Todos formados e credenciados pelas Associações Locais e pela Unidade de conservação.


Toda visitação deve ser feita acompanhada por um monitor local. Por isso, reserve com antecedência o seu monitor junto à pousada ou à Agência/Operadora de Turismo Local.


Parque Estadual Turísticos do Alto Ribeira - PETAR
Comentários
8 Comentários
8 comentários to “Turismo”
  • 17 de janeiro de 2012 10:20

    Eu gostei muito por que mostra os pontos turistico do vale do ribeira muitas pessoas que morran aqui achan Eldorado uma cidade muito fraca em turismo mais essas pessoas então errados por que Eldorado tem muitos e muitos lugares turistio.

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  • 3 de maio de 2012 22:36
    Anônimo says:

    Meu nome é Matheus Felipe Ribeiro e eu estou ao lado do meu pai apreciando essa bela matéria,onde estamos conversando sobre a importância da preservação ambiental e toda riqueza de fauna e flora existentes em nosso belo Vale do Ribeira,o qual merece bastante atenção dos ambientalistas,visto que os recursos naturais existentes no mundo estão cada vez mais escassos.Agradeço a atenção e um abraço a todos!!!!

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  • 15 de maio de 2012 16:29

    Algum tempo atrás, li em um jornal ou blog que diretores de turismo dos municípios do Vale do Ribeira se reuniram com a intenção de enumerar os possíveis atrativos turísticos a serem explorados durante a Copa de 2014. Se me recordo bem foram levantadas 22 possibilidades,
    Para a cidade de Registro foram pontuadas atrações como: Telões dos jogos, trilhas ecológicas, expedições pelo Rio Ribeira de Iguape e serviços.
    Acredito que o artigo referido não foi lido a mais de um ano e desde então, não notei muita movimentação da Administração Municipal.
    Foram colocadas placas referentes à “Rota do Chá”, já encontrei tais placas próximo ao Ginásio do RBBC, no Bairro Xangrilá, Bairro Agrochá, Chá Ribeira e até no Bairro Ribeirão de Registro, devem existir outras placas que ainda desconheço. Apesar de essas placas conterem informações sobre alguma plantação ou fábrica de chá próxima, é difícil definir quais desses atrativos estão abertos para visitações ou se realmente querem receber os turistas. Além do mais, tamanho é o desencontro das placas que nem pode ser definido como “Rota” e no “Posto de Informações Turísticas” ao lado da rodoviária de Registro, os atendentes desconhecem a “Rota do Chá”.
    Nesse encontro também foram definidas com atração, expedições pelo Rio Ribeira de Iguape, só posso qualificar essa iniciativa como uma baita iniciativa. No entanto não existe nenhum píer ou serviço qualificado para colocar essa atração em funcionamento.
    Quanto aos serviços, na época da Copa, nossa cidade será ponto de trânsito e de fuga dos altos preços que serão praticados pelos hotéis nas capitais durante a Copa. E é nessa oportunidade que arrisco em dizer que teremos a chance de explorar o ecoturismo e turismo rural.
    Também me arrisco em afirmar é que grande parte dos turistas virá com as suas bicicletas na bagagem e irão explorar os possíveis pontos turísticos nos espaços de tempo entre os jogos.
    Mas não é só para a época da Copa que estou vendo as coisas paradas, li também sobre o Caminho de São Tomé, que seria um Caminho com cunho religioso, inspirado no Caminho de Santiago de Compostela, na Espanha e Caminho da Fé e Caminho do Sol, ambos no estado de São Paulo. Esse caminho é um esforço das prefeituras de Capão Bonito, São Miguel Arcanjo, Sete Barras, Registro, Pariquera-Açu e Iguape. Porém no site da prefeitura de Capão Bonito tem a informação sobre a intenção do Caminho, mas no site da prefeitura de Registro não tem nada e nem alguma breve informação existe em nossa cidade.
    E nem é preciso tanto para servir o peregrino, apenas uma boa marcação da seqüência do caminho. O resto a iniciativa privada se encarrega, os próprios moradores do Caminho podem servir uma boa e simples refeição e uma cama confortável e limpa para o peregrino. E no final apenas com a marcação do Caminho, a prefeitura promoveu a geração de emprego e renda.
    E até dentro de Registro é possível um trajeto turístico, por exemplo, saindo do Jardim São Paulo seguindo para o Bamburral até o Chá Ribeira. Podendo retornar margeando o Rio Ribeira de Iguape ou pela BR-116. Vislumbrando muitas paisagens, lagos e visitando plantações e fábricas de chá
    Tudo isso pode ser feito caminhando ou de bicicleta. E também pode fomentar a geração de emprego e renda, com serviços e a venda de produtos beneficiados pelos moradores do trajeto. É um trajeto de uns 25 quilômetros que o turista pode passar o dia todo percorrendo, desde que encontre boa infra-estrutura. Algo parecido já acontece em Joinville, com a “Estrada Bonita”.

    Por fim, que é possível que aconteça, é! Basta um pouco de vontade política e se faltar vontade política, a mobilização dos moradores do Caminho ou trajeto torna tudo possível com um pouco mais de esforço.

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  • 10 de agosto de 2012 10:26
    Anônimo says:

    É Paulo Eduardo,a festa de Iguape já ultrapassa mais de três décadas e o que foi feito para acolher esses romeiros nesse periodo?
    Pude sentir na pele quando minhas filhas resolveram participar de uma Romaria pela Igreja, saindo daqui de Registro pegando a BR e Pariquera--açú SP, após Pariquera-açú SP , não há acostamento então os romeiros dividem a caminhada com os veículos, correndo risco. NO segundo ano foram pela beira do rio, estrada de barro, saindo no final na estrada biguá/Iguape. estrada péssima, com chuva então sofreram tudo que tinham direito. Neste ano 04/08 ás 23h00 quando voltava de Iguape, dividi a pista com os romeiros tinha hora que eu não sabia se atentava para os romeiros ou os veículos que vinham em sentido contrário. É lamentável,
    Catarina Leandro

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  • 10 de agosto de 2012 10:33
    catarina leandro says:

    Amei a reportagem, eu mesma não sabia que tantos lugares maravilhosos na região. Parabéns! Agora só falta vontade política para fazer essa divulgação.

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  • 18 de setembro de 2012 20:37
    Sudden says:

    vi as foto de Ivaporunduva vim de la quando eu tinha 6 anos de idade....gostaria de rever os meus familiares ou poder entra em contato comalguns que rezidem la ainda....omeu pai ja e falecido se chamava armindo maia da silva(Ivaporunduva era a cidade natal dele)fico la aida meu tio aparicio maia da silva ,joaquim maia da silva,julio maia da silva tenho uma prima que e artesã la se chama Elvira da silva pedroso,e tem 2 irmãos clovis eLeonides....Bom emfim as fotos que eu vi esta muitomudado ....fico muito feliz.....

    delete
  • 31 de outubro de 2012 17:59

    Foi-se o tempo em que a campina do encantado em Pariquera era lembrada...

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  • 10 de janeiro de 2013 14:20
    Anônimo says:

    "O local conhecido também como cachoeira da usina fica do outro lado do centro da cidade, é necessário atravessar o rio de balsa ou barco em seguida é necessário andar cerca de 8 kilometros de trolha em estrada de terra até chegar na cachoeira (ruinas da antiga hidrelétrica) alguns moradores falaram que por volta das 17 ou 18 horas costuma-se aparecer onças que ficam deitadas na estrada é raro acontecer os turistas fotografam de longe nuncxa chegar perto assim dizem eles - elas possuem amarelo nos pelos sem igual - já a cachoeira é muito boa com partes que possui aguas calmas - a cachoeira vai aprofundando o fundo aos poucos sem pegar alguém de improviso tem locais que o mergulho é mais agressivo - possui ponte de cordas pensil e quiosques - muito bom passeio.

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8 comentários:
  1. Eu gostei muito por que mostra os pontos turistico do vale do ribeira muitas pessoas que morran aqui achan Eldorado uma cidade muito fraca em turismo mais essas pessoas então errados por que Eldorado tem muitos e muitos lugares turistio.

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  2. Meu nome é Matheus Felipe Ribeiro e eu estou ao lado do meu pai apreciando essa bela matéria,onde estamos conversando sobre a importância da preservação ambiental e toda riqueza de fauna e flora existentes em nosso belo Vale do Ribeira,o qual merece bastante atenção dos ambientalistas,visto que os recursos naturais existentes no mundo estão cada vez mais escassos.Agradeço a atenção e um abraço a todos!!!!

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  3. Algum tempo atrás, li em um jornal ou blog que diretores de turismo dos municípios do Vale do Ribeira se reuniram com a intenção de enumerar os possíveis atrativos turísticos a serem explorados durante a Copa de 2014. Se me recordo bem foram levantadas 22 possibilidades,
    Para a cidade de Registro foram pontuadas atrações como: Telões dos jogos, trilhas ecológicas, expedições pelo Rio Ribeira de Iguape e serviços.
    Acredito que o artigo referido não foi lido a mais de um ano e desde então, não notei muita movimentação da Administração Municipal.
    Foram colocadas placas referentes à “Rota do Chá”, já encontrei tais placas próximo ao Ginásio do RBBC, no Bairro Xangrilá, Bairro Agrochá, Chá Ribeira e até no Bairro Ribeirão de Registro, devem existir outras placas que ainda desconheço. Apesar de essas placas conterem informações sobre alguma plantação ou fábrica de chá próxima, é difícil definir quais desses atrativos estão abertos para visitações ou se realmente querem receber os turistas. Além do mais, tamanho é o desencontro das placas que nem pode ser definido como “Rota” e no “Posto de Informações Turísticas” ao lado da rodoviária de Registro, os atendentes desconhecem a “Rota do Chá”.
    Nesse encontro também foram definidas com atração, expedições pelo Rio Ribeira de Iguape, só posso qualificar essa iniciativa como uma baita iniciativa. No entanto não existe nenhum píer ou serviço qualificado para colocar essa atração em funcionamento.
    Quanto aos serviços, na época da Copa, nossa cidade será ponto de trânsito e de fuga dos altos preços que serão praticados pelos hotéis nas capitais durante a Copa. E é nessa oportunidade que arrisco em dizer que teremos a chance de explorar o ecoturismo e turismo rural.
    Também me arrisco em afirmar é que grande parte dos turistas virá com as suas bicicletas na bagagem e irão explorar os possíveis pontos turísticos nos espaços de tempo entre os jogos.
    Mas não é só para a época da Copa que estou vendo as coisas paradas, li também sobre o Caminho de São Tomé, que seria um Caminho com cunho religioso, inspirado no Caminho de Santiago de Compostela, na Espanha e Caminho da Fé e Caminho do Sol, ambos no estado de São Paulo. Esse caminho é um esforço das prefeituras de Capão Bonito, São Miguel Arcanjo, Sete Barras, Registro, Pariquera-Açu e Iguape. Porém no site da prefeitura de Capão Bonito tem a informação sobre a intenção do Caminho, mas no site da prefeitura de Registro não tem nada e nem alguma breve informação existe em nossa cidade.
    E nem é preciso tanto para servir o peregrino, apenas uma boa marcação da seqüência do caminho. O resto a iniciativa privada se encarrega, os próprios moradores do Caminho podem servir uma boa e simples refeição e uma cama confortável e limpa para o peregrino. E no final apenas com a marcação do Caminho, a prefeitura promoveu a geração de emprego e renda.
    E até dentro de Registro é possível um trajeto turístico, por exemplo, saindo do Jardim São Paulo seguindo para o Bamburral até o Chá Ribeira. Podendo retornar margeando o Rio Ribeira de Iguape ou pela BR-116. Vislumbrando muitas paisagens, lagos e visitando plantações e fábricas de chá
    Tudo isso pode ser feito caminhando ou de bicicleta. E também pode fomentar a geração de emprego e renda, com serviços e a venda de produtos beneficiados pelos moradores do trajeto. É um trajeto de uns 25 quilômetros que o turista pode passar o dia todo percorrendo, desde que encontre boa infra-estrutura. Algo parecido já acontece em Joinville, com a “Estrada Bonita”.

    Por fim, que é possível que aconteça, é! Basta um pouco de vontade política e se faltar vontade política, a mobilização dos moradores do Caminho ou trajeto torna tudo possível com um pouco mais de esforço.

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    Respostas
    1. É Paulo Eduardo,a festa de Iguape já ultrapassa mais de três décadas e o que foi feito para acolher esses romeiros nesse periodo?
      Pude sentir na pele quando minhas filhas resolveram participar de uma Romaria pela Igreja, saindo daqui de Registro pegando a BR e Pariquera--açú SP, após Pariquera-açú SP , não há acostamento então os romeiros dividem a caminhada com os veículos, correndo risco. NO segundo ano foram pela beira do rio, estrada de barro, saindo no final na estrada biguá/Iguape. estrada péssima, com chuva então sofreram tudo que tinham direito. Neste ano 04/08 ás 23h00 quando voltava de Iguape, dividi a pista com os romeiros tinha hora que eu não sabia se atentava para os romeiros ou os veículos que vinham em sentido contrário. É lamentável,
      Catarina Leandro

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    2. Amei a reportagem, eu mesma não sabia que tantos lugares maravilhosos na região. Parabéns! Agora só falta vontade política para fazer essa divulgação.

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  4. vi as foto de Ivaporunduva vim de la quando eu tinha 6 anos de idade....gostaria de rever os meus familiares ou poder entra em contato comalguns que rezidem la ainda....omeu pai ja e falecido se chamava armindo maia da silva(Ivaporunduva era a cidade natal dele)fico la aida meu tio aparicio maia da silva ,joaquim maia da silva,julio maia da silva tenho uma prima que e artesã la se chama Elvira da silva pedroso,e tem 2 irmãos clovis eLeonides....Bom emfim as fotos que eu vi esta muitomudado ....fico muito feliz.....

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  5. Foi-se o tempo em que a campina do encantado em Pariquera era lembrada...

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  6. "O local conhecido também como cachoeira da usina fica do outro lado do centro da cidade, é necessário atravessar o rio de balsa ou barco em seguida é necessário andar cerca de 8 kilometros de trolha em estrada de terra até chegar na cachoeira (ruinas da antiga hidrelétrica) alguns moradores falaram que por volta das 17 ou 18 horas costuma-se aparecer onças que ficam deitadas na estrada é raro acontecer os turistas fotografam de longe nuncxa chegar perto assim dizem eles - elas possuem amarelo nos pelos sem igual - já a cachoeira é muito boa com partes que possui aguas calmas - a cachoeira vai aprofundando o fundo aos poucos sem pegar alguém de improviso tem locais que o mergulho é mais agressivo - possui ponte de cordas pensil e quiosques - muito bom passeio.

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