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O FESTIVALE apresentará a cultura de dez cidades do Vale do Ribeira


A Associação Grupo Cultural Tiduca realizará o FESTIVALE – Festival de Cultura, Economia Criativa e Empreendedorismo no Vale do Ribeira, pelo Governo do Estado de São Paulo através da Lei Aldir Blanc, sendo que o evento trará trações de seis segmentos artísticos, captando o melhor da cultura, empreendedorismo e economia criativa do Vale do Ribeira.


O FESTIVALE apresentará a cultura de dez cidades do Vale do Ribeira



O FESTIVALE será realizado de forma online com duração total de seis dias, divididos em três finais de semana consecutivos, com data ainda a ser confirmada. A programação do evento foi pensada para que o público tenha diversas opções de participação e interação. No total, o FESTIVALE realizará seis rodas de conversa, cinco oficinas, seis relatos de experiências, 20 apresentações artísticas, duas apresentações de pratos típicos, um curso de empreendedorismo e um bazar online, envolvendo participantes de dez cidades do Vale do Ribeira.

O evento tem o objetivo de oportunizar uma experiência de aprendizado, troca de informações, divulgação e aprofundamento do conhecimento sobre a importância da cultura local como fonte de criação, fruição e o desenvolvimento de setores da economia criativa e do empreendedorismo no Vale do Ribeira.

O FESTIVALE contemplará algumas linguagens artísticas, culturais e da economia criativa que são de extrema importância para o Vale do Ribeira, pois geram renda por meio de produtos e serviços baseados no capital intelectual e criativo, e que foram muito afetados durante a pandemia, sendo eles: Artesanato, Gastronomia, Música, Patrimônio Imaterial, Teatro e Diversidade Cultural; vamos conhecer três desses segmentos e um pouco do que o FESTIVALE apresentará em cada um deles.

Teatro

Desde a sua origem o Teatro traz para o palco a realidade de um determinado povo, muitas vezes de forma leve e/ou divertida. No Vale do Ribeira as questões ligadas ao meio ambiente, como a educação ambiental, bem como o trabalho em equipe, respeito à diversidade e o cotidiano regional estão muito presentes nas manifestações teatrais, principalmente no que se refere a obras para o público infantil, contudo, outros temas e demais públicos estão abrangidos neste segmento, tão importante para os artistas e produtores da região.

Dentro desse segmento, o Festivale trará: Apresentações com Grupo Vice Versa, Trupe Caracol, Canto e Conto os Cirandeiros, Grupo Evoé de Teatro e Cia. Ditirambo de Teatro; Roda de Conversa com Roni Márcia Morais (Grupo Vice Versa), Felipe da Silva Souza (Grupo Evoé de Teatro), Gerson Fontes (Cia. Ditirambo de Teatro) e Douglas (Teatro a Bordo), com mediação de Eduardo Brito de Souza (Edu Brisa); Oficina com Confraria Pé no Palco e Relato de Experiência com Cia. Pé de Ator.

Gastronomia

O alimento que vem da terra, dos rios, dos manguezais e do mar, essa é a base da alimentação tradicional do Vale do Ribeira. São os pratos simples, sem aditivos, conservantes, agrotóxicos. Normalmente estão no quintal de casa ou da casa do vizinho, senão estão lá nas feiras dos agricultores. As receitas se misturaram ao cotidiano e só de olhar foram passando entre gerações, passando a ser mais que alimento ao corpo, mas criando uma relação de pertencimento e memória afetiva entre os povos deste território.

Entre as atrações deste segmento, o FESTIVALE apresentará: Roda de Conversa com Valkíria Monteiro (Comunidade Caiçara), Suzete Bernardo (Comunidade Caiçara), Comunidade da Nova Enseada da Baleia, com mediação de Melissa Branco e Arlete França; Oficina sobre as Ostras do Mandira (Comunidade Quilombola); Relato de Experiência com Marina Vianna Ferreira (AlimentoCiclo) e apresentação de pratos típicos com Comunidade da Nova Enseada e Regiane (Cascudo recheado).


Artesanato



O artesanato tradicional do Vale do Ribeira é extremamente rico em possibilidades e funcionalidades, uma vez que mais do que peças decorativas, o artesanato tradicional substituiu por muito tempo os artefatos industrializados. Na região, toda família possui alguém que saiba construir algum artefato, tendo origens guaranis, quilombolas e ribeirinhas. Desde a canoa até o tacho, bem como as peças de fibra de bananeira e taboa, o artesanato regional conta a história dos povos locais e hoje é considerado uma das principais fontes de renda da economia criativa e empreendedorismo social da região.

No segmento Artesanato, o FESTIVALE trará Roda de Conversa com a participação de Rosana Rocaha (Feira da Agroecologia e Economia Solidária de Registro e Marcha Mundial das Mulheres do Vale do Ribeira), Bianca Lanu (Jaci Ateliê), Glaucia dos Santos Marques (SOF (Sempreviva Organização Feminista) e mediação de Natália Cunha (ProAC – Programa de Ação Cultural); também será realizado um Curso on line com Priscila Calil de Vasconcelos Cortes (Diretora criativa e fundadora da Maria Tangerina); Oficina de Artesanato em Fibras Naturais com Valkíria Monteiro (CAF - Cananéia Artes e Fibras) e Relato de Experiência com Cerâmica de Apiaí - Projeto Arte nas Mãos.



Curso de Empreendedorismo e Economia Criativa com foco na Comunicação Digital



Texto por Bianca Lanu



Também no Festivale irá acontecer o curso "Comunicação digital para contar histórias", com Bianca Lanu, da Jaci Ateliê e Priscila Cortez, da Maria Tangerina, em ambiente virtual.

Como parte das ações do FestiVale, na categoria Artesanato, a atividade tem como objetivo orientar pequenos negócios sobre a importância da comunicação e das histórias de vida dos próprios artesãos.

Na oportunidade serão tiradas dúvidas e um plano de ação para o Dia das Mães será apresentado, para que cada participante possa colocar em prática as contribuições compartilhadas pelas empreendedoras e educadoras que há mais de seis anos fundaram suas marcas.

As inscrições irão acontecer pelas mídias sociais do evento com vagas limitadas.

 


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