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Os policiais nota 10 da região do Vale do Ribeira







Peritas criminais são homenageadas por terem auxiliado no esclarecimento de homicídio de um garoto que desapareceu em Registro-SP


Os policiais nota 10 da região do Vale do Ribeira


        O governador João Doria e o secretário da Segurança Pública, general João Camilo Pires de Campos, homenageiam, nesta terça-feira (28), duas policiais técnico-científicas da região do Vale do Ribeira com o certificado “Policial Nota 10”. Além delas, outros policiais civis e militares e são agraciados por atuações de relevância em outras regiões paulistas.  

Em sua décima segunda edição, a iniciativa, criada pela Secretaria da Segurança Pública, tem como objetivo reconhecer e estimular o bom trabalho policial em todo o Estado de São Paulo. A solenidade acontece na sede do Palácio dos Bandeirantes, localizado na zona oeste da capital paulista. 

As peritas criminais Gabriela Flecth Otuki e Mariana Rocha Penteado, atuantes na cidade de Registro, são reconhecidas pela realização de exames que foram imprescindíveis para a investigação do desaparecimento de um garoto, de oito anos, em agosto de 2019, na cidade. O menino foi encontrado morto no mesmo mês no município de Iguape.

Gabriela foi a responsável pela perícia no local em que o corpo foi localizado, adotando medidas de preservação para a futura identificação. Mariana, por sua vez, realizou a perícia no local onde o suspeito do crime morava, coletando materiais biológicos que confirmaram as suspeitas de que naquele local o garoto teria passado seus últimos dias de vida.

“Eu estava de plantão e fui acionada pela delegacia para periciar o local onde o suspeito morava. Lá, fizemos alguns exames, que foram enviados aos laboratórios de São Paulo, e colhemos vários objetos que permitiram linkar o suspeito à vítima”, relembrou Mariana.

O trabalho das duas peritas foi fundamental na identificação da vítima e na produção de provas que determinaram a prisão do suspeito, detido em 29 de agosto durante cumprimento de mandado de prisão por agentes da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Registro. Com ele foram localizadas roupas intimas femininas e infantis, livros com conotações sexuais e uma bobina de linhas pertencente ao garoto.

Nova na profissão, com apenas dois anos na Polícia Técnico-Científica, Mariana contou que a vontade de trabalhar com perícia surgiu na época dos vestibulares. “Ouvia professores falando da profissão e isso só aumentou minha curiosidade e vontade.”.

Sobre ser reconhecida à nível Estado, mesmo sendo recém-chegada na área, a perita disse estar bem feliz. “É legal que esse tipo de trabalho seja reconhecido para que as pessoas o conheçam um pouco mais e entendam a importância da perícia dentro das investigações”, ressaltou.















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