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Secretaria da Saúde realiza Campanha Julho Amarelo

No dia 10 de julho, teve início as atividades do mês de combate as hepatites virais, o “Julho Amarelo”, que visa conscientizar sobre a importância da prevenção, do diagnóstico e do tratamento das Hepatites Virais.







No dia 10 de julho, teve início as atividades do mês de combate as hepatites virais, o “Julho Amarelo”, que visa conscientizar sobre a importância da prevenção, do diagnóstico e do tratamento das Hepatites Virais. Como parte das atividades, a Secretaria Municipal de Saúde realizou testes nos integrantes grupo de atividades físicas do promotor de saúde Rafael Inarelli. 

Secretaria da Saúde realiza Campanha Julho Amarelo
Secretaria da Saúde realiza Campanha Julho Amarelo


A ação foi feita no Posto de Saúde da Família da Vila Sanches e teve o envolvimento dos funcionários da unidade e da vigilância epidemiológica. Além de orientações foram realizados 26 testes neste dia.

Segundo a secretaria de saúde, durante o decorrer do mês em todas as unidades de saúde haverá atividades. De acordo com o Secretário Municipal de Saúde Hilton Sanches é muito importante conscientizar a população para que fique atenta as formas de prevenção e detecção precoce das hepatites virais.

Saiba mais sobre hepatites virais

O dia 28 de julho é o dia D da luta pela conscientização e prevenção às hepatites virais, um mal causado por diferentes vírus, transmitidos principalmente por contato com sangue, isto é, uso compartilhado de seringas; piercings e tatuagens feitos com agulhas não esterilizadas; manicures e pedicures feitos com alicates não esterilizados; uso de instrumentos médicos e odontológicos não esterilizados; contato sexual etc.

É importante saber que as hepatites A e B têm vacinas, mas não a do tipo C. No mundo, cerca de 71 milhões de pessoas estão infectadas, segundo dados oficiais da Organização Mundial da Saúde (OMS), sendo que em torno de 400 mil vão a óbito por ano, em decorrência de complicações da doença, como cirrose ou carcinoma hepático.

No Brasil, o MS (Ministério da Saúde) estima que mais de um milhão de pessoas podem estar infectadas com a hepatite C, mas muitas não buscam tratamento, o que pode levar a novos pacientes e complicações.