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Atividades radicais e perigosas: o apelo da adrenalina






Os desportos e atividades radicais são muito aclamados nos dias de hoje, existindo uma procura cada vez maior pelas situações limite que ajudam a aumentar as descargas de adrenalina no corpo e a sentir as emoções mais fortes.

Atividades radicais e perigosas: o apelo da adrenalina
Atividades radicais e perigosas: o apelo da adrenalina


Estas descargas de adrenalina são, por muitos, consideradas verdadeiramente viciantes, o que faz com que vários tipos de atividade potencialmente perigosas tenham cada vez mais adeptos e adeptos cada vez mais propensos a fazer (e repetir) experiências que podem originar acidentes mortais.

Envolvendo saltos em altitude, práticas no meio urbano ou o contacto com o mundo natural e os seus animais selvagens, este tipo de atividade apela a muitos e tem feito algumas vítimas ao longo do processo. 

Ainda assim, a própria dinâmica do século XXI e a interação entre os Millennials tem feito com que se torne cada vez mais comum a procura por este tipo de atividade, independentemente de quão perigosa ela possa ser.

Fomos conhecer alguns exemplos de atividades radicais e perigosas e tentar compreender as motivações de quem aceita envolver-se neste tipo de prática.

Atividades radicais que podem oferecer perigos


A noção das atividades radicais é de que as mesmas sejam seguras. Suposta e idealmente, todo o material está testado e em condições, o processo é orientado por conhecedores da área e a segurança encontra-se em primeiro lugar. O que é suposto e ideal, no entanto, nem sempre é realista e, por isso, acidentes podem acontecer… e têm acontecido.


As histórias são diversas: desde 
acidentesem mergulho com tubarões, passando por pára-quedas que não abriram e por cordas que rebentaram durante práticas de rappel, bungee jumping ou escalada, e indo até embates agressivos contra rochas em práticas de rafting.

De facto, apesar de todo o cuidado que possa existir na preparação do material e da apresentação exaustiva sobre as práticas de segurança nestas atividades, a verdade é que existe uma margem para que este tipo de atividade se torne letal.


As principais motivações para a prática de atividades de risco


Existem várias motivações para que as pessoas se envolvam, hoje em dia, neste tipo de atividade de risco.

Segundo um estudo que analisou estas motivações, os desportos radicais são levados a cabo por razões como: a procura pela diversão, o gosto pela adrenalina, a tentativa de desenvolver novas competências, a busca pelo contacto com a Natureza, a busca pelo contacto com outras pessoas, a sensação de risco proporcionada pela atividade, a vontade de testar os limites ou de impressionar terceiros e ainda a busca pela superação.

Também as redes sociais parecem incentivar este tipo de prática, criando uma verdadeira sensação de que se está a ser observado, que gera uma adequação do comportamento a esta observação. Assim, muitas pessoas envolvem-se em atividades radicais, correndo os seus riscos, pela forma como querem apresentar-se ao outro.

Por fim, como motivador deste tipo de práticas, encontramos ainda o desejo de conhecer novos cenários e horizontes, numa época onde se valoriza a exploração do desconhecido e a fuga à rotina.