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Projeto que garante a bebês com deficiência intelectual atendimento multidisciplinar vai para votação

Projeto que garante a bebês com deficiência intelectual atendimento multidisciplinar vai para votação

  
O Projeto de Lei 441/2016, de autoria do deputado estadual Marcos Damasio (PR), foi aprovado na última comissão de análise, a de Finanças, na tarde desta quarta-feira (27/09). 

Com isso, o documento fica pronto para ser votado na Assembleia Legislativa de São Paulo.

A propositura defende a criação de uma estrutura de atendimento especial, de caráter educacional, assistencial e multidisciplinar, para crianças de até três anos de idade com deficiência intelectual ou múltipla, genética ou adquirida, e em especial as que possuem microcefalia.




Especialistas da área defendem a ideia, uma vez que, quanto antes a criança for estimulada, na chamada estimulação precoce, melhor o desenvolvimento neuropsicomotor e a qualidade de vida para o bebê e sua família.

Este tipo de atendimento, por exemplo, é oferecido na Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) de Mogi das Cruzes em caráter de projeto, custeado por um convênio do Conselho Estadual da Criança e do Adolescente (Condeca), mas com validade de apenas 12 meses.


“Minha proposta é que este tipo de atendimento seja contínuo, como já ocorre com as pessoas com deficiência intelectual acima de 3 anos de idade. 

Os bebês que nascem com graves problemas neurológicos têm direito a esta atenção especial”, defende Marcos Damasio.