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Representantes da Secretaria de Justiça e Cidadania e da Associação da Parada LGBT de São Paulo estiveram na Ilha para estudo da realização de uma parada LGBT

Representantes da Secretaria de Justiça e Cidadania e da Associação da Parada LGBT de São Paulo estiveram na Ilha para estudo da realização de uma parada LGBT

Responsáveis pela realização da Parada LGBT paulista – o maior evento de arrecadação de divisas para São Paulo que supera até mesmo a Fórmula I – estiveram na Ilha  na sexta 07/04, junto com representante da secretaria de Justiça e Cidadania do Estado,  com o objetivo de mostrar as diretrizes para a realização da Parada do Orgulho LGBT na Ilha Comprida, provavelmente no segundo semestre.   

A reunião contou com o coordenador de políticas para a diversidade sexual, da Secretaria de Justiça e Defesa da Cidadania do Estado, Cássio Rodrigo;  ;  a diretora da Parada LGBT e integrante do Centro de Direitos Humanos da Polícia Civil do Estado de São Paulo, Silmara Santos, e os  diretores da Associação da Parada LGBT, Renato Viterbo e Neusa Maria. Eles se reuniram com o prefeito Geraldino Júnior, com a presidente do Fundo Social, Juliana Peitl e diretores de Cultura, Mônica Trigo, Turismo, Christine Hudson, e as voluntárias da área social , Gladsy Bastyi e Silvia Tomoto.









O organizador Renato Viterbo explicou que além da visibilidade  para a população LGBT e a luta pelo respeito e contra a violência, a Parada gera impactos econômicos e sociais para a cidade ao movimentar as redes hoteleira e comercial; promover a geração de renda com a venda de artesanato feito pela população local; destacar a cidadania e contar com ações nas áreas de  saúde – com campanhas preventivas – e o esporte e aquecimento do turismo local.

Segundo o prefeito Geraldino Júnior,  a diversificação e a ampliação do calendário de eventos da Ilha são importantes para receber novos segmentos turísticos, trazer turistas o ano inteiro e promover a cidadania. Emocionada, Gladys  destacou que a parada na Ilha representa um grande avanço  de igualdade e cidadania.”Nosso sonho é por um país melhor, com igualdade de direitos e sem violência”.


As Paradas do Orgulho LGBT  são dias de celebrações, mas também  alertas contra a violência contra o público LGBT  que atinge índices alarmantes no Brasil: em 2016, o país registrou  346 mortes com requintes de crueldade, é quase um assassinato a cada dia.


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