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Padre Afonso Lobato (PV) discute com bananicultores do Vale do Ribeira sobre a proibição de pulverização aérea


Padre Afonso Lobato (PV) discute com bananicultores do Vale do Ribeira sobre a proibição de pulverização aérea


Segundo produtores, proposta inviabilizaria a atividade que representa 86% da economia em 15 municípios daquela região do Vale do Ribeira.

Padre Afonso Lobato (PV) discute com bananicultores do Vale do Ribeira sobre a proibição de pulverização aérea

Representantes de produtores de banana da região do Vale do Ribeira, estiveram no gabinete do deputado estadual Padre Afonso Lobato (PV) na última quarta-feira (04/04), para falar sobre o projetos de lei n.º 605 e 606/2015, de sua autoria, que tratam da proibição, no Estado de São Paulo, da pulverização aérea e do uso de inseticidas para esse fim.

Acompanhados do deputado Ricardo Madalena eles destacaram a importância da bananicultura na região, a maior produtora do Estado, onde a atividade representa 86% da economia. São 36 mil hectares de plantação, com produção anual de cerca de 900 mil toneladas, em 15 municípios do Litoral Sul.









PREJUÍZOS

O produtor Renê Mariano, de Jacupiranga, diretor da Associação de Bananicultores do Vale do Ribeira (Abavar), explicou que a atividade se inviabiliza, caso seja proibida a pulverização aérea. Além dele, também participaram da reunião o produtor Edson Hayashi, de Sete Barras, e o fitopatologista Wilson de Moraes, da Apta do Vale do Ribeira.

 Segundo Mariano, no caso da banana, a pulverização aérea é menos prejudicial que a manual e os produtores utilizam fungicidas – para inibir o fungo da sigatoka negra - e não inseticidas. Também já estariam testando produtos biológicos para reduzir os impactos sobre o meio ambiente.

EMENDA


Padre Afonso afirmou que o objetivo dos projetos não é o de prejudicar os produtores, mas acabar com os danos causados pela pulverização, principalmente para as abelhas, responsáveis pela polinização de 70% dos alimentos. 

“Vamos estudar uma emenda que possa contemplar nossa preocupação, sem que setores como a bananicultura saiam no prejuízo”, disse.


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