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CRIMINOSA É PRESA NOVAMENTE FURTANDO UM SUPERMERCADO EM JUQUIÁ


CRIMINOSA É PRESA NOVAMENTE FURTANDO UM SUPERMERCADO EM JUQUIÁ

CRIMINOSA COM 7 PASSAGENS CRIMINAIS É PRESA NOVAMENTE FURTANDO UM SUPERMERCADO EM JUQUIÁ
Na tarde desta quarta-feira (24), uma mulher foi presa pela 8º vez, logo após ser surpreendida furtando produtos em um supermercado de Juquiá.
Policiais Militares de Juquiá se surpreenderam após verificarem a ficha criminal da mulher.

Entre os crimes praticados por ela, cita-se: furto à residência, tráfico de drogas, furto em comércio, furto tentado em residência, furto consumado em residência, além de outros enquanto possuía a menoridade. Ainda ontem, após sua prisão, foi conduzida à cadeia pública de Sete Barras, onde aguardará Audiência de Custódia.









Ao final elaborou-se mais um BOPM de Furto, em desfavor da criminosa.
Quanto tempo um criminoso deve ficar preso para que pague pelo crime que cometeu? Pela legislação brasileira, no máximo 30 anos.

Uma pena alta, certamente, mas que só vigora na teoria. Na prática, quem é condenado a 12 anos de reclusão por um crime que não seja hediondo, no Brasil, cumpre 2 anos em regime fechado e tem o direito de ir para o regime semi-aberto, que é cumprido em penitenciária agrícola ou similar.

Lá, cumprirá mais cerca de dois anos de detenção até progredir – novamente pela regra de 1/6 – para o regime aberto. A regra vale tanto para crimes de roubo quanto para homicídio, por exemplo. Ficam de fora da lista apenas os crimes hediondos, como seqüestro, latrocínio (roubo seguido de morte) e homicídio qualificado, que prevêem a progressão de pena depois de cumpridos 2/5 da condenação em regime fechado. 

O que fica disso para a população, muitas vezes, é uma sensação de impunidade, ao trazer de volta para o convívio social criminosos que cumpriram dois, três anos da pena dentro da prisão, quando cumprem!

De qualquer modo, as causas principais para que indivíduos não permaneçam presos são duas: a legislação processual penal brasileira e a interpretação que a Justiça dá à Constituição do Brasil e às leis penais. Ambas são, em muitos pontos, excessivamente benevolentes