7 de novembro de 2017

Superintendente da CAIXA destaca apoio da Prefeitura para a construção das 800 casas no Agrochá em Registro-SP

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Superintendente da CAIXA destaca apoio da Prefeitura para a construção das 800 casas no Agrochá em Registro-SP

Não fosse a gestão do prefeito Gilson Fantin junto ao Ministério das Cidades, número de casas teria sido menor e sem os equipamentos sociais 

Superintendente da CAIXA destaca apoio da Prefeitura para a construção das 800 casas no Agrochá em Registro-SP

A manhã de segunda-feira, 6 de novembro, foi de muita alegria para as 400 famílias beneficiadas pelas unidades do Conjunto Residencial Agrochá 2 em Registro-SP, que receberam as chaves e poderão se mudar para a casa própria. 

Superintendente da CAIXA destaca apoio da Prefeitura para a construção das 800 casas no Agrochá em Registro-SP


Durante a solenidade, o Superintendente da Caixa Econômica Federal, Sidnei Soares Filho, destacou o apoio da Prefeitura em todo o processo que culminou na construção e entrega das 800 novas moradias no Agrochá.

Superintendente da CAIXA destaca apoio da Prefeitura para a construção das 800 casas no Agrochá em Registro-SP


“Ao todo, o Programa Minha Casa Minha Vida entregará 1.180 unidades habitacionais em Registro (contando também com as 380 do Agrochá 1), fruto de um trabalho muito intenso feito pela Prefeitura de Registro-SP. 






Para quem não sabe, a cota de Registro-SP era bem inferior, então foi necessário o prefeito ir pessoalmente a Brasília defender a contratação dessas unidades. E junto com essas casas, a cidade vai ganhar também mais uma creche, mais uma Unidade de Saúde e mais um CRAS (Centro de Referência de Assistência Social). 


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São equipamentos que estão sendo construídos aqui e peço à Jorcal, através do proprietário Rodolfo Redis que está presente, para que agilize essas construções, que são tão importantes para o bairro e também para o município”, declarou o Superintendente.

Ele afirmou que a CAIXA pretende entregar as outras 400 unidades do Agrochá 3 até o final do ano, independente do término do posto de saúde e demais equipamentos sociais.      

Sidnei Soares fez um apelo aos novos moradores do Conjunto. “Vocês terão 10 anos para pagar as unidades, então, eu peço que não vendam as casas. É um bem que estão conquistando para vocês e para os seus sucessores. 

Qualquer ocorrência de comercialização das casas pode ser denunciada para a Caixa Econômica ou para a Prefeitura e nós iremos tomar as providências cabíveis, porque durante 10 anos essas unidades não podem ser vendidas. 

Elas têm uma destinação específica e não podem ter o destino desviado”, destacou o Superintendente da CAIXA.

O Prefeito Gilson Fantin fez questão de agradecer à equipe do Setor de Habitação da Prefeitura por todo o trabalho que tornou possível a entrega das chaves aos beneficiários. 

Ele pediu uma salva de palmas a Vinícius, Eleuza e Evandra, que realizaram as inscrições, o sorteio, o cadastro e o encaminhamento de todos os documentos dos sorteados à CAIXA.

Gilson também chamou a atenção dos beneficiários para que não comercializem as casas. “Vocês estão recebendo um imóvel subsidiado. Quer dizer que tem dinheiro público para pagar uma diferença que vocês não vão precisar pagar. 

Essa casa custa em torno de R$ 72 mil cada uma. Tem gente aqui que vai pagar R$ 6 mil pela casa, o restante o Governo Federal banca”, explicou o Prefeito. Segundo ele, das 89 denúncias encaminhadas pela Prefeitura à Caixa Econômica, somente um caso foi revertido até agora. 

Isso porque a Caixa precisa entrar com processo de desapropriação na Justiça - a Prefeitura não tem poder de retomar a casa, pois o processo é entre o agente financeiro e a pessoa que assinou o contrato. 

“Quero dar os parabéns a cada um de vocês, pois sabemos da perseverança, do quanto aguardaram por este momento. 

A gente queria muito ter entregue antes, mas tivemos muitos problemas, entre eles, em 2015 fomos pelo menos três vezes a Brasília para pressionar, pois a Jorcal queria renunciar a obra já que o Governo Federal não estava pagando (...). 

Hoje é um patrimônio de vocês, da família de vocês, portanto, não vendam essas casas. Tornem essa casa um lar, que seja de amor e felicidade”, finalizou o Prefeito.

Também prestigiaram a solenidade o presidente da Câmara, Marcelo Comeron, os vereadores Fabio Cardoso, Roberto Stuch Duarte, Heitor Sansão, Gilvan Mendonça, Célio Pereira, Everton Adorno, Dra. Inês Kawamoto e Rafael de Freitas; o gerente da agência da Caixa de Registro-SP, Vinicius Teodoro; o gerente executivo de Habitação da Caixa, Marcelo Hori; o gerente regional de construção civil da Caixa, Wagner Pereira; o superintendente da Sabesp, José Francisco Gomes Jr.; a superintendente da Apamir, Amelia Godke; a presidente do Fundo Social, Maria Amelia Fantin; além de secretários municipais.










ENTENDA O PROCESSO

Em junho de 2013, a Prefeitura de Registro-SP em parceria com a CAIXA realizou um pré-cadastro de famílias interessadas em adquirir uma casa pelo sistema popular de habitação. Naquela época, mais de 7.600 pessoas compareceram para fazer o cadastro. A partir dessa demanda, o Prefeito passou a buscar empresas interessadas em construir o empreendimento. 

Esse levantamento foi importante para que a Prefeitura pudesse justificar a necessidade de aumentar a cota de unidades pelo Programa Minha Casa Minha Vida junto ao Governo Federal. Até então, Registro só podia ter 1.000 casas e já haviam sido entregues 380 no Agrochá 1, outra empresa faria 214 no Jardim Virgínia (que já foram entregues) e a Jorcal queria construir 800 casas. 

Acompanhado pelo Superintendente da CAIXA, o Prefeito Gilson Fantin foi a Brasília solicitar o aumento da cota, tendo em vista a grande demanda por habitação no município. Além das 400 do Agrochá 2 que já haviam sido aprovadas, o Prefeito conseguiu a autorização para construir mais 400 - o Agrochá 3.

Com essa quantidade de casas, uma parcela do investimento de R$ 72 milhões foi utilizada para financiar os equipamentos públicos. No caso de Registro, a Prefeitura exigiu creche, unidade de saúde, CRAS, Centro Comunitário, quadra poliesportiva e campo de futebol.

Até o dia em que os beneficiários assinaram o contrato, as casas financiadas pela Caixa Econômica pertenciam ao Governo Federal. Por isso, quem autoriza e marca a data para entrega das unidades é o Ministério das Cidades.

AS CASAS


O conjunto Habitacional Jardim Agrochá 2 é financiado pelo Programa Minha Casa Minha Vida, por meio da Caixa Econômica Federal. A obra foi construída com recursos do Governo Federal e firmada por meio de termo de convênio celebrado entre a CAIXA e a Prefeitura de Registro-SP para viabilizar o empreendimento. São 400 casas com área privativa de 43,20 metros quadrados, distribuída em dois quartos, sala, cozinha, banheiro e área de serviço, com piso cerâmico em todos os cômodos. 

odas as unidades permitem adaptação para pessoas com deficiência e possuem painel para captação de energia solar. 





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